Sorilis - Porque jornalista necessita de remédio que custa R$ 11 Mil a dose
Droga europeia foi aprovada no começo do ano no Brasil mas já é usada para tratamentos em outros países a mais tempo
Por Kester 10 G
11/08/2017
A necessidade do Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, em usar uma droga de alto custo para o combate a uma enfermidade, levantou dúvidas.
Por qual motivo ele necessita do remédio, que tem custo de R$ 11 Mil em conversão direta cada ampola?
O Sorilis, é uma medicação produzida e comercializada na Europa.
No começo de 2017, recebeu registro da Anvisa para vendas no Brasil mas não está disponível no sistema de saúde pública.
A droga é injetável, portanto em forma de injeção.
Só pode ser adquirida por prescrição médica e retenção de receita, e é comercializada por apenas algumas empresas ou hospitais conveniados por causa de seu altíssimo custo.
O Sorilis é uma medicação usada no combate a uma doença, que causa uma deficiência nas células sanguíneas, especificamente nos Glóbulos Vermelhos.
Por causa dessa deficiência, só corrigida com o uso da medicação, os pacientes ficam sujeitos a infecções, anemias e outros problemas de saúde.
Antes da medicação, não havia um tratamento padrão para tratamento da doença, que levava muitas pessoas a morte.
Ao longo dos últimos anos, uma substância acabou sendo aprovada pela comunidade médica internacional, e sendo patenteada e comercializada sob a fórmula Sorilis.
Não existe um remédio similar, porque a droga ainda está sob patente de um único laboratório que tem o direito de produção.
No Brasil, apesar de ser autorizada sua venda, o remédio não é produzido.
Cada ampola que entra no país, é comercializada e importada da Europa.
A Sorilis é uma das drogas mais caras do mundo, no caso de Guilherme Kalel, são necessárias duas injeções mensais para um tratamento que deve durar no mínimo 2 anos.
Então, é necessário a quantia de R$ 22 Mil mensais para que ele use o medicamento.
Sem ter condições de arcar com este custeio, o Jornalista ingressou na Justiça para ter acesso a medicação.
Mas teve um pedido liminar de custeio pela União, negado pelo Juiz que analisa o caso.
Os médicos de Kalel, dizem que é essencial que ele tome a medicação.
Os efeitos da deficiência nos Glóbulos Vermelhos, são catastróficos na avaliação do hematologista Luiz Guilherme Alckmin.
O que pode causar
Se não tomar a medicação indicada, Guilherme vai passar por complicações de saúde.
E vai passar a sentir fadiga, cansaço, problemas na circulação sanguínea, ter coágulos de sangue formados no corpo, Isquemias além das anemias e outras infecções bacterianas que poderão se espalhar pelo corpo.
No caso dele, esta infecção surgiu, por conta de uma bactéria identificada em março em seu Pâncreas, que tomou a corrente sanguínea do paciente e se espalhou rapidamente.