Guilherme Kalel anuncia lançamento de primeiro livro de poesias
Obra será publicação independente em setembro e terá venda revertida para compra de medicamento de alto custo
Por Kester 10 G
19/08/2017
Guilherme Kalel, é Jornalista mas também autor de historias.
E já escreveu mais de 25 livros Online, no Universo das Historias, espaço do Grupo Kester para entretenimento de leitores.
Contudo, seu maior sonho era lançar um livro em que reunisse suas poesias, ou pelo menos algumas delas.
Desde 2005, quando venceu seu prêmio literário em um concurso de poesias para deficientes visuais, ele tinha este sonho, que nunca se concretizou.
Os custos de uma publicação, valores altos, inviabilizavam o processo.
Com o passar do tempo e a sua dedicação as historias narradas, as poesias e o livro foram perdendo espaço e o tempo foi passando.
Mas há algum tempo atrás, a ideia voltou a ter força. A publicação no entanto, ainda era inviabilizada por conta dos custeios.
Agora este problema acabou, por causa de uma parceria anunciada nesta sexta-feira, 18, o Grupo Kester conseguirá fazer uma publicação independente.
E vai lançar o primeiro livro de poesias do autor.
O livro vai ser publicado em setembro, e receberá o título "Doces Encantos".
Vai reunir 15 poesias, nas quais a maior parte delas será dedicada a falar de amor, disse ele.
Diferente de todos os recursos arrecadados pelo Grupo Kester, em que 95% deles são destinados a Iprosocial, para o cuidado de pessoas com câncer, o novo livro de Kalel terá uma nova destinação.
Depois de se retirar os custeios de manutenção do livro, os recursos arrecadados terão outra finalidade.
E vão ajudar Kalel, na compra do medicamento Sorilis.
A medicação é de alto custo, e custa mais de R$ 11 Mil.
Produzida na Europa tem de ser importada para o Brasil, e é necessária ser usada em Guilherme Kalel, para um tratamento contra uma deficiência nas células sanguíneas.
Diversas campanhas estão sendo realizadas, no sentido de se conseguir o medicamento para o Jornalista, que não possue a condição de compra da medicação mensal.
Ele necessita de duas ampolas do medicamento, ao custeio de R$ 22 Mil por mês, por um prazo mínimo de 2 anos.
Sem sucesso em conseguir a medicação por via judicial, Guilherme precisou recorrer a outros meios para conseguir o acesso ao medicamento, que é a única alternativa no tratamento que precisa.
Por causa da deficiência nos Glóbulos Vermelhos, o paciente apresenta estado de anemia e uma infecção bacteriana que vem se espalhando, conforme declarou a médica Mariana Hassan, responsável pelos tratamentos de Kalel.
A injeção é o único tratamento disponível para que ele faça, apesar de ter um custo elevado e bem fora dos padrões.
A venda do livro, vai ajudar para que Kalel consiga custear a medicação, disse Sofia Granzzoti, Assessora do Jornalista.
Nos próximos dias, o Grupo Kester deve divulgar como será realizada esta venda.
Mas já ficou adiantado que o texto terá dois formatos para a comercialização.
Um será o impresso tradicional, em que o comprador o receberá em casa para a leitura. E o outro, através do digital, destinado para deficientes visuais que quiserem adquirir a obra.
O valor do livro ainda não foi divulgado, mas é possível que custe entorno de R$ 20,00, disse Sofia.
E na compra de duas unidades do produto, uma digital e outra impressa, o leitor pode ter um desconto especial falou ela, como forma de atrair mais vendas.
Vender um livro não é fácil, Guilherme sabe bem disso.
Em 2015, ele tentou emplacar um de seus textos no modo de venda, mas o resultado não foi como ele esperava.
Em 2016, repetiu o feito, mas apesar de ter tido um resultado melhor, também não teve todas as expectativas atendidas.
Em todas as ocasiões, Guilherme fez publicações independentes com recursos do Grupo Kester.
Agora, ele vai ter apoio de parceiros que auxiliarão na divulgação do livro.
É por esta razão, que ao ser lançado, Guilherme vai viajar para levar a publicação ao conhecimento de outras pessoas, em outras cidades que devem ser definidas conforme a atuação de seus patrocinadores.
Os motivos por Sorilis e as decisões judiciais sobre
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Os motivos por Sorilis e as decisões judiciais sobre
Medicamento de alto custo foi negado a modo judicial a Presidente Kester, entenda
Mariana Monary
Por Kester 10 G
18/08/2017
Talvez as pessoas não entendam muito como as coisas sejam ou funcionem, menos ainda porque algumas pessoas conseguem certas coisas e outras não.
A verdade é que a Justiça é uma incógnita, não trata-se de ciência exata em que podemos prever seu resultado.
Vou tentar através deste, explicar os motivos do processo judicial, negado, para que Guilherme Kalel tivesse acesso a droga importada Sorilis.
Antes de mais nada, é preciso entender que Guilherme tem 27 anos de idade, e que apesar de ser fundador Kester e Jornalista, não é milionário.
Recebe recursos que são suficientes para sobreviver e cuidar da família, além de ter projetos sociais dos quais não toca em nem um centavo, para cuidar de pessoas com problemas de saúde, câncer.
Estes projetos, nada tem a ver com sua vida pessoal e são um ato de filantropia para ajudar a pessoas que precisem.
Além da deficiência visual, Guilherme tem outros problemas de saúde.
É cardiopata, possue problemas no coração, entre eles um bloqueio ventricular.
É diabético, desde o ano de 2002, e insulinodependente, necessita da Insulina todos os dias para sobreviver, desde a descoberta da doença.
Desde 2009, descobriu um tumor cerebral contra qual ainda faz tratamentos.
A doença se complicou ao longo dos anos, e foi gerando uma série de complicações apesar de ele ter um tratamento de primeira linha.
Este tratamento é ofertado pela rede Miccelann, que é parceira do Grupo Kester de Comunicação, fundado por ele.
Graças a esta parceria, Guilherme tem em troca dos anúncios da Miccelann, um plano de saúde que cobre suas despesas médicas.
Isso quer dizer, que internações, transportes, cirurgias, as radioterapias quando necessárias. Tudo está incluso no rol do plano.
Há ainda, as medicações que precisam ser tomadas em casa, que não são cobertas pelo plano de saúde.
Essas ele tem acesso por meio de compras, é ele quem tem que arcar.
Essas medicações não são baratas, e a estimativa é que por mês, sejam necessários mais de R$ 650,00 para os gastos com farmácia.
Guilherme recebe ajuda com isso, de amigos que acompanham a sua luta e se sensibilizam com o trabalho brilhante apresentado pelo Jornalista.
Então, parte desses recursos, ele consegue de outras pessoas, enquanto partes vem de seu próprio orçamento.
Assim ele toca a sua vida, cuida da casa e paga seu apartamento mensal, as contas de condomínio, energia elétrica, despesas pessoais.
Cuida da família, tem dois filhos. É um exemplo de força e de superação a parte, que nunca cansamos de exaltar.
Em março de 2017, Guilherme sofreu uma dupla hemorragia, que se iniciou no cérebro e no pâncreas.
Ele foi levado as pressas para uma sala de cirurgias em Porto Alegre, em uma das clínicas da Miccelann Brasil, onde estava ministrando uma palestra quando o fato ocorreu.
Horas depois, estava bem e com o problema controlado, 2 dias depois, foi para sua casa em Franca, SP, onde deu continuidade a sua recuperação.
Essa hemorragia expôs a descoberta de um problema médico, uma infecção bacteriana no pâncreas, gerada pelo Diabetes e pela baixa imunidade que vem do câncer cerebral.
A partir daí, foram necessárias ações que visassem conter essa infecção, que era bacteriana e resistente a antibióticos normais.
O remédio receitado para Kalel, era de alto custo, cada ampola custa R$ 375,00 e ele precisava de 10 unidades da injeção.
Ele já havia tomado remédio semelhante no ano passado, por conta de uma mesma bactéria que afetara seu pulmão e que foi controlada, mas agora em outro lugar, ela estava de volta.
Guilherme conseguiu a medicação, mas não foi suficiente. Depois de tomar as 10 doses da injeção, sendo 3 vezes na semana, ele precisou de mais.
Foram conseguidas mais unidades, e ao final, ele tomou 17 ampolas da droga.
Parte desses recursos, vieram de amigos de trabalho de Kalel.
A Assessora Keila Zimmer, a Repórter Laura Elisa, a empresária Giovana Miccelann, esta advogada Mariana Monary que os escreve.
Em uma união de forças, juntamos os valores necessários e ofertamos a ele, porque estavam dentro das nossas possibilidades da época.
O que aconteceu? As injeções foram insuficientes.
A bactéria pancreática não respondeu ao que os médicos esperavam, o problema se agravou.
Por causa dessa infecção, Guilherme teve problemas na alimentação, novos sangramentos, e não pode se alimentar com qualquer tipo de comida.
Tudo nas últimas semanas tiveram de passar a ser balanceado e dentro de uma dieta, que precisa ser aprovada pela equipe médica antes de entrar no cardápio.
Quanto mais gorduras ou coisas sólidas ele comer, mais hemorragias vai ter por causa da infecção, disse na época a médica Mariana Hassan, que é responsável pelos seus tratamentos.
Diante a infecção que não cedeu, novos exames foram solicitados e suspeitas da profissional se confirmaram.
Guilherme estava com uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos, células do sangue.
E isso gera anemias, prolifera a infecção bacteriana que ele possue e a faz se espalhar.
Ela pode pela corrente sanguínea, chegar a qualquer parte de seu corpo, pernas, rins, cabeça, onde a bactéria quiser ir, ela tem força para chegar.
Por ser resistente, há contudo apenas duas alternativas para o tratamento, um medicamento e um transplante.
O segundo caso foi descartado pela equipe médica, logo de cara.
O transplante citado é de medula, e seria preciso que o paciente tivesse condições clínicas para o fazer, e um doador compatível.
Não poderia haver rejeição e ele mesmo depois do transplante, precisaria de uma injeção cara, não exagerada, mas cara, para matar por fim a bactéria.
Todo esse processo levaria aproximadamente 6 meses para ser concluso, caso ele já tivesse um doador compatível identificado, se não, teria de entrar na fila do Cadastro Nacional de Medulas.
Mas o transplante também é inviável por outra razão, a questão cardíaca.
O bloqueio ventricular, a arritmia e outras complicações no coração, impedem que ele passe pelo longo e complexo procedimento de um transplante.
Que precisaria ser feito de modo convencional, não por célula tronco.
Com essa alternativa suspensa pelos médicos devido a sua inviabilidade, surgiu a única saída para o caso.
O uso da droga Sorilis.
Os médicos precisam que o paciente a tome pelo prazo de 24 meses, duas vezes por mês, para saber se ela vai conter a infecção e a deficiência nos Glóbulos Vermelhos do sangue.
E se depois desse prazo, vai ser necessário a continuidade permanente do tratamento, ou se seu organismo iria reagir sozinho para que não fosse mais necessária o uso da medicação.
Ficamos então de mãos e pés atados, no tocante a conseguir a droga.
Importada, cada ampola da injeção custa mais de R$ 11 Mil.
Ela é importada e produzida vem da Europa, em pequenos frascos. Cada um deles, serve para apenas uma aplicação.
Que deve ser feita em ambiente hospitalar controlado, por médicos.
Se fosse se fazer uma lógica, seriam necessários hoje, R$ 22 Mil para que mensalmente Kalel tivesse a injeção.
Ele infelizmente, não possue este recurso para que possa tomar a droga, e ela é a única que é capaz de ajuda-lo.
Diante ao fato, estudando as questões jurídicas da questão, entrei no caso fazendo o que poderia fazer.
Ingressei com uma ação judicial, pedindo que o governo custeasse a medicação para Kalel.
Tive de fazer uma escolha, em qual esfera entrar, para qual governo pedir.
Muitos advogados pedem ao Município e ao Estado, porque o volume de ações são mais baixos.
Mas o tempo de resposta nessas esferas demora mais, são recursos que se interpõe antes que o governo custeie, caso o Juiz mande, a medicação final.
Se conseguir uma liminar é ainda mais complicado, porque enquanto não esgotam todos os recursos da mesma, o governo não a executa quando se consegue a vitória em primeira instância.
Minha opção, foi pela ação contra a União.
Dentro da Justiça Federal Especial, há apenas duas varas de recursos o que é mais rápido.
Se eu perdesse o pedido de tutela antecipada, para que ele recebesse o remédio antes do julgamento do caso, iria recorrer apenas uma vez, ao Tribunal Regional
Federal.
Vendo a necessidade da situação, quis pensar na praticidade e rapidez. E imaginei sim, ter sucesso.
Me enganei, como eu disse a Justiça não é ciência exata, e as vezes Juiz é uma caixa de surpresas.
No primeiro processo impetrado, o Juiz que analisou o caso alegou o seguinte.
Não haviam justificativas plausíveis, mesmo com a apresentação de laudos médicos, que o inclinassem a conceder a liminar.
Preferiu julgar o mérito da questão, e encaminhar Kalel para passar por uma perícia médica, em que o perito judicial atestaria ou não a necessidade deste tratamento.
Com o país em crise, seria um alto custo a União pagar por esse tratamento médico a este paciente, abrindo precedentes para que outros fizessem tais pedidos, destacou o Magistrado.
Nessa ocasião, o Juiz destacou que não julgava o mérito da ação, apenas o pedido liminar, e indeferiu o que eu pedi.
No dia seguinte, num recurso extraordinário e urgente, fui ao Tribunal Regional Federal.
Aguardava embora soubesse ser difícil que reformem uma sentença de primeira instância, que os desembargadores pudessem ver com outros olhos o que o Magistrado não viu.
Não se trata aqui, de publicidade por ser um Jornalista. Fosse qualquer pessoa que necessitasse escreveria a mesma coisa, me dedicaria do mesmo modo.
A questão, é que ele precisa da medicação, é ordem de sobrevivência.
O Tribunal também seguiu o entendimento do Magistrado, e eu perdi no dia 16 de agosto, o pedido liminar de vez.
Agora, resta apenas esperar o mérito, e tentar mostrar nos autos a necessidade da medicação.
A batalha não foi totalmente perdida, mas agora não tem data para ser travada. A perícia de Kalel, ainda não foi agendada e o processo segue, mas não ocorrerá antes do fim do ano, pelo alto volume de casos.
Não sinto que errei, em entrar pela União e não pelo Estado ou Município.
Sinto que me dediquei, mas nem sempre a gente consegue fazer as coisas saírem como queremos.
Claro que este trabalho é assim, dia você convence, dia não. E em casos assim, quando vem o não você se frustra, fica mal mesmo.
Só que não pode parar, tem que seguir, dar novas ideias. Se não houve resultado com o plano 1, vamos tentar o 2.
Então, campanhas vão ser criadas para tentarmos conseguir esse remédio, já que não há sensibilidade por parte da Justiça Federal neste caso.
E já que seria inviável impetrar com novas ações, em outras esferas para outros governos, porque os dados iam se cruzar e a resposta seria sempre a mesma coisa.
A mim, cabem desculpas, porque sei que não foi dessa vez.
marianamonary@kester.net.br
Os motivos por Sorilis e as decisões judiciais sobre
Medicamento de alto custo foi negado a modo judicial a Presidente Kester, entenda
Mariana Monary
Por Kester 10 G
18/08/2017
Talvez as pessoas não entendam muito como as coisas sejam ou funcionem, menos ainda porque algumas pessoas conseguem certas coisas e outras não.
A verdade é que a Justiça é uma incógnita, não trata-se de ciência exata em que podemos prever seu resultado.
Vou tentar através deste, explicar os motivos do processo judicial, negado, para que Guilherme Kalel tivesse acesso a droga importada Sorilis.
Antes de mais nada, é preciso entender que Guilherme tem 27 anos de idade, e que apesar de ser fundador Kester e Jornalista, não é milionário.
Recebe recursos que são suficientes para sobreviver e cuidar da família, além de ter projetos sociais dos quais não toca em nem um centavo, para cuidar de pessoas com problemas de saúde, câncer.
Estes projetos, nada tem a ver com sua vida pessoal e são um ato de filantropia para ajudar a pessoas que precisem.
Além da deficiência visual, Guilherme tem outros problemas de saúde.
É cardiopata, possue problemas no coração, entre eles um bloqueio ventricular.
É diabético, desde o ano de 2002, e insulinodependente, necessita da Insulina todos os dias para sobreviver, desde a descoberta da doença.
Desde 2009, descobriu um tumor cerebral contra qual ainda faz tratamentos.
A doença se complicou ao longo dos anos, e foi gerando uma série de complicações apesar de ele ter um tratamento de primeira linha.
Este tratamento é ofertado pela rede Miccelann, que é parceira do Grupo Kester de Comunicação, fundado por ele.
Graças a esta parceria, Guilherme tem em troca dos anúncios da Miccelann, um plano de saúde que cobre suas despesas médicas.
Isso quer dizer, que internações, transportes, cirurgias, as radioterapias quando necessárias. Tudo está incluso no rol do plano.
Há ainda, as medicações que precisam ser tomadas em casa, que não são cobertas pelo plano de saúde.
Essas ele tem acesso por meio de compras, é ele quem tem que arcar.
Essas medicações não são baratas, e a estimativa é que por mês, sejam necessários mais de R$ 650,00 para os gastos com farmácia.
Guilherme recebe ajuda com isso, de amigos que acompanham a sua luta e se sensibilizam com o trabalho brilhante apresentado pelo Jornalista.
Então, parte desses recursos, ele consegue de outras pessoas, enquanto partes vem de seu próprio orçamento.
Assim ele toca a sua vida, cuida da casa e paga seu apartamento mensal, as contas de condomínio, energia elétrica, despesas pessoais.
Cuida da família, tem dois filhos. É um exemplo de força e de superação a parte, que nunca cansamos de exaltar.
Em março de 2017, Guilherme sofreu uma dupla hemorragia, que se iniciou no cérebro e no pâncreas.
Ele foi levado as pressas para uma sala de cirurgias em Porto Alegre, em uma das clínicas da Miccelann Brasil, onde estava ministrando uma palestra quando o fato ocorreu.
Horas depois, estava bem e com o problema controlado, 2 dias depois, foi para sua casa em Franca, SP, onde deu continuidade a sua recuperação.
Essa hemorragia expôs a descoberta de um problema médico, uma infecção bacteriana no pâncreas, gerada pelo Diabetes e pela baixa imunidade que vem do câncer cerebral.
A partir daí, foram necessárias ações que visassem conter essa infecção, que era bacteriana e resistente a antibióticos normais.
O remédio receitado para Kalel, era de alto custo, cada ampola custa R$ 375,00 e ele precisava de 10 unidades da injeção.
Ele já havia tomado remédio semelhante no ano passado, por conta de uma mesma bactéria que afetara seu pulmão e que foi controlada, mas agora em outro lugar, ela estava de volta.
Guilherme conseguiu a medicação, mas não foi suficiente. Depois de tomar as 10 doses da injeção, sendo 3 vezes na semana, ele precisou de mais.
Foram conseguidas mais unidades, e ao final, ele tomou 17 ampolas da droga.
Parte desses recursos, vieram de amigos de trabalho de Kalel.
A Assessora Keila Zimmer, a Repórter Laura Elisa, a empresária Giovana Miccelann, esta advogada Mariana Monary que os escreve.
Em uma união de forças, juntamos os valores necessários e ofertamos a ele, porque estavam dentro das nossas possibilidades da época.
O que aconteceu? As injeções foram insuficientes.
A bactéria pancreática não respondeu ao que os médicos esperavam, o problema se agravou.
Por causa dessa infecção, Guilherme teve problemas na alimentação, novos sangramentos, e não pode se alimentar com qualquer tipo de comida.
Tudo nas últimas semanas tiveram de passar a ser balanceado e dentro de uma dieta, que precisa ser aprovada pela equipe médica antes de entrar no cardápio.
Quanto mais gorduras ou coisas sólidas ele comer, mais hemorragias vai ter por causa da infecção, disse na época a médica Mariana Hassan, que é responsável pelos seus tratamentos.
Diante a infecção que não cedeu, novos exames foram solicitados e suspeitas da profissional se confirmaram.
Guilherme estava com uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos, células do sangue.
E isso gera anemias, prolifera a infecção bacteriana que ele possue e a faz se espalhar.
Ela pode pela corrente sanguínea, chegar a qualquer parte de seu corpo, pernas, rins, cabeça, onde a bactéria quiser ir, ela tem força para chegar.
Por ser resistente, há contudo apenas duas alternativas para o tratamento, um medicamento e um transplante.
O segundo caso foi descartado pela equipe médica, logo de cara.
O transplante citado é de medula, e seria preciso que o paciente tivesse condições clínicas para o fazer, e um doador compatível.
Não poderia haver rejeição e ele mesmo depois do transplante, precisaria de uma injeção cara, não exagerada, mas cara, para matar por fim a bactéria.
Todo esse processo levaria aproximadamente 6 meses para ser concluso, caso ele já tivesse um doador compatível identificado, se não, teria de entrar na fila do Cadastro Nacional de Medulas.
Mas o transplante também é inviável por outra razão, a questão cardíaca.
O bloqueio ventricular, a arritmia e outras complicações no coração, impedem que ele passe pelo longo e complexo procedimento de um transplante.
Que precisaria ser feito de modo convencional, não por célula tronco.
Com essa alternativa suspensa pelos médicos devido a sua inviabilidade, surgiu a única saída para o caso.
O uso da droga Sorilis.
Os médicos precisam que o paciente a tome pelo prazo de 24 meses, duas vezes por mês, para saber se ela vai conter a infecção e a deficiência nos Glóbulos Vermelhos do sangue.
E se depois desse prazo, vai ser necessário a continuidade permanente do tratamento, ou se seu organismo iria reagir sozinho para que não fosse mais necessária o uso da medicação.
Ficamos então de mãos e pés atados, no tocante a conseguir a droga.
Importada, cada ampola da injeção custa mais de R$ 11 Mil.
Ela é importada e produzida vem da Europa, em pequenos frascos. Cada um deles, serve para apenas uma aplicação.
Que deve ser feita em ambiente hospitalar controlado, por médicos.
Se fosse se fazer uma lógica, seriam necessários hoje, R$ 22 Mil para que mensalmente Kalel tivesse a injeção.
Ele infelizmente, não possue este recurso para que possa tomar a droga, e ela é a única que é capaz de ajuda-lo.
Diante ao fato, estudando as questões jurídicas da questão, entrei no caso fazendo o que poderia fazer.
Ingressei com uma ação judicial, pedindo que o governo custeasse a medicação para Kalel.
Tive de fazer uma escolha, em qual esfera entrar, para qual governo pedir.
Muitos advogados pedem ao Município e ao Estado, porque o volume de ações são mais baixos.
Mas o tempo de resposta nessas esferas demora mais, são recursos que se interpõe antes que o governo custeie, caso o Juiz mande, a medicação final.
Se conseguir uma liminar é ainda mais complicado, porque enquanto não esgotam todos os recursos da mesma, o governo não a executa quando se consegue a vitória em primeira instância.
Minha opção, foi pela ação contra a União.
Dentro da Justiça Federal Especial, há apenas duas varas de recursos o que é mais rápido.
Se eu perdesse o pedido de tutela antecipada, para que ele recebesse o remédio antes do julgamento do caso, iria recorrer apenas uma vez, ao Tribunal Regional
Federal.
Vendo a necessidade da situação, quis pensar na praticidade e rapidez. E imaginei sim, ter sucesso.
Me enganei, como eu disse a Justiça não é ciência exata, e as vezes Juiz é uma caixa de surpresas.
No primeiro processo impetrado, o Juiz que analisou o caso alegou o seguinte.
Não haviam justificativas plausíveis, mesmo com a apresentação de laudos médicos, que o inclinassem a conceder a liminar.
Preferiu julgar o mérito da questão, e encaminhar Kalel para passar por uma perícia médica, em que o perito judicial atestaria ou não a necessidade deste tratamento.
Com o país em crise, seria um alto custo a União pagar por esse tratamento médico a este paciente, abrindo precedentes para que outros fizessem tais pedidos, destacou o Magistrado.
Nessa ocasião, o Juiz destacou que não julgava o mérito da ação, apenas o pedido liminar, e indeferiu o que eu pedi.
No dia seguinte, num recurso extraordinário e urgente, fui ao Tribunal Regional Federal.
Aguardava embora soubesse ser difícil que reformem uma sentença de primeira instância, que os desembargadores pudessem ver com outros olhos o que o Magistrado não viu.
Não se trata aqui, de publicidade por ser um Jornalista. Fosse qualquer pessoa que necessitasse escreveria a mesma coisa, me dedicaria do mesmo modo.
A questão, é que ele precisa da medicação, é ordem de sobrevivência.
O Tribunal também seguiu o entendimento do Magistrado, e eu perdi no dia 16 de agosto, o pedido liminar de vez.
Agora, resta apenas esperar o mérito, e tentar mostrar nos autos a necessidade da medicação.
A batalha não foi totalmente perdida, mas agora não tem data para ser travada. A perícia de Kalel, ainda não foi agendada e o processo segue, mas não ocorrerá antes do fim do ano, pelo alto volume de casos.
Não sinto que errei, em entrar pela União e não pelo Estado ou Município.
Sinto que me dediquei, mas nem sempre a gente consegue fazer as coisas saírem como queremos.
Claro que este trabalho é assim, dia você convence, dia não. E em casos assim, quando vem o não você se frustra, fica mal mesmo.
Só que não pode parar, tem que seguir, dar novas ideias. Se não houve resultado com o plano 1, vamos tentar o 2.
Então, campanhas vão ser criadas para tentarmos conseguir esse remédio, já que não há sensibilidade por parte da Justiça Federal neste caso.
E já que seria inviável impetrar com novas ações, em outras esferas para outros governos, porque os dados iam se cruzar e a resposta seria sempre a mesma coisa.
A mim, cabem desculpas, porque sei que não foi dessa vez.
marianamonary@kester.net.br
Equipe Kester cria campanha a partir de hoje, em busca de recursos para Sorilis
Equipe Kester cria campanha a partir de hoje, em busca de recursos para Sorilis
Fundador do Grupo precisa de injeções de alto custo que valem mais de R$ 11 Mil
Por Kester 10 G
18/08/2017
A partir desta sexta-feira, 18, presente nas páginas do site oficial Kester, o leitor pode encontrar um novo e especial link.
Trata-se da campanha "Todos Por Kalel", que já está Online.
O objetivo da mesma, é conseguir angariar recursos através de diversas ações, para conseguir a compra do medicamento Sorilis.
Guilherme precisa dessa injeção, para combater uma enfermidade que atinge os Glóbulos Vermelhos do sangue, e que pode ser letal.
A droga é importada e tem custo acima de R$ 11 Mil, de acordo com levantamentos.
E ele não dispõe de recursos para a compra do medicamento, nem o conseguiu por vias Judiciais.
Quem tiver o interesse em ajudar, pode acessar ao site kester.net.br e no link da campanha, clicar para ver mais informações.
As ações iniciadas nesta segunda-feira, seguem até na semana que vem, em busca de se conseguir cada um dos recursos necessários.
Essa campanha se une, a já criada pela internet pela programadora Anna Patrícia Soares, no site guilhermekalel.com e que tenta também conseguir doações para a medicação.
Lá, por enquanto o total de números arrecadados está abaixo da espera, e por isso a equipe Kester se uniu a causa, para alavancar o processo.
Para fazer o uso da medicação, Guilherme Kalel precisa de duas ampolas da Sorilis mensais.
O tratamento completo deve ter no mínimo 24 meses e ter um custo médio de R$ 530 Mil, já com valores convertidos para o Real.
Na campanha criada pelo grupo Protectors, idealizada por Anna Patricia, se conseguiu a quantia de R$ 3750,00 até o momento.
O valor ainda é insuficiente, para se quer comprar uma medicação, das 48 necessárias para o tratamento.
Fundador do Grupo precisa de injeções de alto custo que valem mais de R$ 11 Mil
Por Kester 10 G
18/08/2017
A partir desta sexta-feira, 18, presente nas páginas do site oficial Kester, o leitor pode encontrar um novo e especial link.
Trata-se da campanha "Todos Por Kalel", que já está Online.
O objetivo da mesma, é conseguir angariar recursos através de diversas ações, para conseguir a compra do medicamento Sorilis.
Guilherme precisa dessa injeção, para combater uma enfermidade que atinge os Glóbulos Vermelhos do sangue, e que pode ser letal.
A droga é importada e tem custo acima de R$ 11 Mil, de acordo com levantamentos.
E ele não dispõe de recursos para a compra do medicamento, nem o conseguiu por vias Judiciais.
Quem tiver o interesse em ajudar, pode acessar ao site kester.net.br e no link da campanha, clicar para ver mais informações.
As ações iniciadas nesta segunda-feira, seguem até na semana que vem, em busca de se conseguir cada um dos recursos necessários.
Essa campanha se une, a já criada pela internet pela programadora Anna Patrícia Soares, no site guilhermekalel.com e que tenta também conseguir doações para a medicação.
Lá, por enquanto o total de números arrecadados está abaixo da espera, e por isso a equipe Kester se uniu a causa, para alavancar o processo.
Para fazer o uso da medicação, Guilherme Kalel precisa de duas ampolas da Sorilis mensais.
O tratamento completo deve ter no mínimo 24 meses e ter um custo médio de R$ 530 Mil, já com valores convertidos para o Real.
Na campanha criada pelo grupo Protectors, idealizada por Anna Patricia, se conseguiu a quantia de R$ 3750,00 até o momento.
O valor ainda é insuficiente, para se quer comprar uma medicação, das 48 necessárias para o tratamento.
Law Government chega a final de temporada hoje e autor anuncia novo livro para setembro
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Historia de Piter Krigsner vai dar tempo, para lugar a origem de personagem secundário de Lorens e outras
Por Kester 10 G
18/08/2017
Nesta sexta-feira, a historia de maior acesso no Universo das Historias, entra em sua reta final.
Seu autor, Guilherme Kalel, publica o final da segunda temporada de Law Government - Lei e Governo, com ensejos a uma renovação para a terceira temporada que vem por aí.
Apesar de dizer que o livro vai ter sua terceira continuação, o autor não revela quando ela vai chegar.
Ao em vez disso, preferiu apostar em um novo texto que deve chegar nos próximos dias no Universo das Historias.
Agora, Guilherme vai investir na historia de um personagem secundário, já aparecido tanto em Law Government, quanto em Lorens.
Figurinha carimbada e importante em ambas as historias, Guilherme disse que é hora de conhecer Nel Fridon mais de perto.
E para contar a historia do misterioso General de Stars, ele vai escrever o livro "One Tech - Divisão de Tecnologia".
O texto conta a vida de Nel, bem como a criação de sua divisão de tecnologia que aparece mais tarde nos livros já citados. É como um revés no tempo, voltando a onde
tudo começou e passando a chegar nos dias atuais, contou o autor.
A historia deve chegar em setembro no Universo das Historias, e sua sinopse ainda não foi divulgada.
Mas dentro dos próximos dias, Guilherme vai divulgar detalhes do novo texto.
One Tech, tem mais cenas de ação e de mistério, revelando muitos segredos relacionados a origem de Stars.
É mais um dos livros criados dentro do universo da fantástica ilha, que ensaia e faz parte de um futuro livro que vem por aí, escrito a 3 mãos, para falar sobre as ilhas secretas e super tecnológicas.
Guilherme não é o único que aproveita a sexta-feira para trazer novidades.
Giovana Miccelann, também autora pelo Universo das Historias, anunciou que vai trazer um novo livro Online também em setembro.
A estreia vai ficar programada mais para o fim do mês, e será um romance, adiantou a autora.
Mas por enquanto, ela, que se recupera de um transplante de medula para curar a leucemia, faz mistérios e não deu detalhes sobre o textos ou seus personagens.
Ranking atualizado
Apesar de todos serem autores, os anúncios vão esquentar a disputa dentro do Universo das Historias, pelos livros mais acessados dentro do espaço.
Com Kalel, Larissa Mariana e Giovana escrevendo, os leitores terão mais entretenimento e um grande universo de coisas a ler.
Isso é positivo, avaliam os próprios leitores, que não veem a hora de mais historias dos autores chegarem.
Guilherme e Larissa porém, tem uma meta, continuar a deixar seus livros entre os primeiros colocados no Ranking de acesso das 10 historias mais lidas.
O autor tem Law Government, como o mais lido com 490 mil acessos.
Larissa Mariana Corsi, a estreante do mês, chegou também com sucesso e com 430 mil acessos em seu texto Kengi, que segundo a autora não terá continuação.
Larissa vai encerrar o livro na primeira temporada, e o que sobrar da historia, será usado por Guilherme Kalel, na união da personagem Laura com a historia Law Government.
Historia de Piter Krigsner vai dar tempo, para lugar a origem de personagem secundário de Lorens e outras
Por Kester 10 G
18/08/2017
Nesta sexta-feira, a historia de maior acesso no Universo das Historias, entra em sua reta final.
Seu autor, Guilherme Kalel, publica o final da segunda temporada de Law Government - Lei e Governo, com ensejos a uma renovação para a terceira temporada que vem por aí.
Apesar de dizer que o livro vai ter sua terceira continuação, o autor não revela quando ela vai chegar.
Ao em vez disso, preferiu apostar em um novo texto que deve chegar nos próximos dias no Universo das Historias.
Agora, Guilherme vai investir na historia de um personagem secundário, já aparecido tanto em Law Government, quanto em Lorens.
Figurinha carimbada e importante em ambas as historias, Guilherme disse que é hora de conhecer Nel Fridon mais de perto.
E para contar a historia do misterioso General de Stars, ele vai escrever o livro "One Tech - Divisão de Tecnologia".
O texto conta a vida de Nel, bem como a criação de sua divisão de tecnologia que aparece mais tarde nos livros já citados. É como um revés no tempo, voltando a onde
tudo começou e passando a chegar nos dias atuais, contou o autor.
A historia deve chegar em setembro no Universo das Historias, e sua sinopse ainda não foi divulgada.
Mas dentro dos próximos dias, Guilherme vai divulgar detalhes do novo texto.
One Tech, tem mais cenas de ação e de mistério, revelando muitos segredos relacionados a origem de Stars.
É mais um dos livros criados dentro do universo da fantástica ilha, que ensaia e faz parte de um futuro livro que vem por aí, escrito a 3 mãos, para falar sobre as ilhas secretas e super tecnológicas.
Guilherme não é o único que aproveita a sexta-feira para trazer novidades.
Giovana Miccelann, também autora pelo Universo das Historias, anunciou que vai trazer um novo livro Online também em setembro.
A estreia vai ficar programada mais para o fim do mês, e será um romance, adiantou a autora.
Mas por enquanto, ela, que se recupera de um transplante de medula para curar a leucemia, faz mistérios e não deu detalhes sobre o textos ou seus personagens.
Ranking atualizado
Apesar de todos serem autores, os anúncios vão esquentar a disputa dentro do Universo das Historias, pelos livros mais acessados dentro do espaço.
Com Kalel, Larissa Mariana e Giovana escrevendo, os leitores terão mais entretenimento e um grande universo de coisas a ler.
Isso é positivo, avaliam os próprios leitores, que não veem a hora de mais historias dos autores chegarem.
Guilherme e Larissa porém, tem uma meta, continuar a deixar seus livros entre os primeiros colocados no Ranking de acesso das 10 historias mais lidas.
O autor tem Law Government, como o mais lido com 490 mil acessos.
Larissa Mariana Corsi, a estreante do mês, chegou também com sucesso e com 430 mil acessos em seu texto Kengi, que segundo a autora não terá continuação.
Larissa vai encerrar o livro na primeira temporada, e o que sobrar da historia, será usado por Guilherme Kalel, na união da personagem Laura com a historia Law Government.
Integrantes Kester farão leilão para conseguir recursos na compra de Sorilis
Ofensiva por medicação
Integrantes Kester farão leilão para conseguir recursos na compra de Sorilis
Dinheiros arrecadados se unirão a campanha que vigora na Web para garantir injeção a Presidente do Grupo Por Kester 10 G
17/08/2017
A partir desta sexta-feira, 18, integrantes do Grupo Kester 10 G, farão uma campanha para ajudarem o Presidente da equipe, Jornalista Guilherme Kalel, a conseguir recursos financeiros para a compra de um medicamento.
A droga importada Sorilis, custa R$ 11 mil, cada ampola e ele necessita de duas por mês, a um custo de R$ 22 Mil.
O medicamento é necessário no combate a um problema de infecções sanguíneas, que tem agravado o quadro de saúde de Guilherme Kalel, conforme sua equipe médica.
A campanha será aberta, depois que o Presidente Kester tentou sem sucesso, conseguir na Justiça o direito em obter a medicação.
Segundo a Vice-presidente Kester Gabrielle Rial, a equipe trabalhou ao longo dos últimos dias, para tentar viabilizar jeitos de auxiliar o Jornalista.
E uma das formas encontradas foi esta campanha que será iniciada amanhã.
Haverá segundo ela, duas linhas de atuação.
Na primeira delas, o Grupo Kester vai vender uma rifa para seus leitores, ao custo de R$ 10,00 cada número, o objeto rifado será um iPhone, modelo 6S.
Na segunda linha, a equipe vai fazer um leilão de peças, que foram conseguidas com patrocinadores do Grupo.
Entre elas, joias personalizadas que foram doadas por uma joalheria de São Paulo.
Os detalhes referentes a campanha e como participar, serão publicados nesta sexta-feira, 18, em uma página especial no Grupo Kester 10 G.
As compras serão sempre feitas mediante a pedidos via e-mail, com depósito em conta dos recursos arrecadados.
A campanha Kester se une na internet, com outra campanha vigente que tenta o mesmo objetivo, conseguir recursos para Guilherme ter acesso a Sorilis.
Liderados por Anna Patrícia Soares, programadora de computadores, a comunidade Protectors lançou um site no começo da semana, o guilhermekalel.com pedindo doações.
No espaço, as pessoas podem fazer doação sem receberem nada em troca, sem vendas, rifas ou leilões, destacou Gabrielle.
Por lá, todo dinheiro conseguido com a doação, também vai ser destinado a conta de Kalel, na compra do remédio.
Por enquanto, as doações estão a baixo nível, disse Sofia Granzzoti, Assessora de Guilherme Kalel.
Então segundo ela, esta campanha proposta pela equipe Kester, vem somar forças para conseguir aumentar esses recursos captados.
Pela projeção dos valores da medicação, que é importada, são necessários R$ 22 Mil mensais para a compra da Sorilis, que deve ser usada por um período mínimo de 2 anos.
Isto quer dizer, que o tratamento completo ficaria entorno de R$ 528 Mil, em conversão direta, sem contar as altas de moeda estrangeira.
Integrantes Kester farão leilão para conseguir recursos na compra de Sorilis
Dinheiros arrecadados se unirão a campanha que vigora na Web para garantir injeção a Presidente do Grupo Por Kester 10 G
17/08/2017
A partir desta sexta-feira, 18, integrantes do Grupo Kester 10 G, farão uma campanha para ajudarem o Presidente da equipe, Jornalista Guilherme Kalel, a conseguir recursos financeiros para a compra de um medicamento.
A droga importada Sorilis, custa R$ 11 mil, cada ampola e ele necessita de duas por mês, a um custo de R$ 22 Mil.
O medicamento é necessário no combate a um problema de infecções sanguíneas, que tem agravado o quadro de saúde de Guilherme Kalel, conforme sua equipe médica.
A campanha será aberta, depois que o Presidente Kester tentou sem sucesso, conseguir na Justiça o direito em obter a medicação.
Segundo a Vice-presidente Kester Gabrielle Rial, a equipe trabalhou ao longo dos últimos dias, para tentar viabilizar jeitos de auxiliar o Jornalista.
E uma das formas encontradas foi esta campanha que será iniciada amanhã.
Haverá segundo ela, duas linhas de atuação.
Na primeira delas, o Grupo Kester vai vender uma rifa para seus leitores, ao custo de R$ 10,00 cada número, o objeto rifado será um iPhone, modelo 6S.
Na segunda linha, a equipe vai fazer um leilão de peças, que foram conseguidas com patrocinadores do Grupo.
Entre elas, joias personalizadas que foram doadas por uma joalheria de São Paulo.
Os detalhes referentes a campanha e como participar, serão publicados nesta sexta-feira, 18, em uma página especial no Grupo Kester 10 G.
As compras serão sempre feitas mediante a pedidos via e-mail, com depósito em conta dos recursos arrecadados.
A campanha Kester se une na internet, com outra campanha vigente que tenta o mesmo objetivo, conseguir recursos para Guilherme ter acesso a Sorilis.
Liderados por Anna Patrícia Soares, programadora de computadores, a comunidade Protectors lançou um site no começo da semana, o guilhermekalel.com pedindo doações.
No espaço, as pessoas podem fazer doação sem receberem nada em troca, sem vendas, rifas ou leilões, destacou Gabrielle.
Por lá, todo dinheiro conseguido com a doação, também vai ser destinado a conta de Kalel, na compra do remédio.
Por enquanto, as doações estão a baixo nível, disse Sofia Granzzoti, Assessora de Guilherme Kalel.
Então segundo ela, esta campanha proposta pela equipe Kester, vem somar forças para conseguir aumentar esses recursos captados.
Pela projeção dos valores da medicação, que é importada, são necessários R$ 22 Mil mensais para a compra da Sorilis, que deve ser usada por um período mínimo de 2 anos.
Isto quer dizer, que o tratamento completo ficaria entorno de R$ 528 Mil, em conversão direta, sem contar as altas de moeda estrangeira.
Médica de Guilherme Kalel fala sobre necessidade de medicação de alto custo
Jornalista precisa de droga que custa R$ 11 Mil cada dose
Por Kester 10 G
17/08/2017
Na tarde desta quarta-feira, 16, a médica Mariana Hassan, responsável pelos tratamentos médicos do Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, recebeu o Grupo Kester para uma conversa.
A pauta, entender um pouco melhor as necessidades de Kalel, referentes a medicação Sorilis.
A droga que é importada da Europa, se tornou um dos principais temas de reportagens no Portal Kester, desde 8 de agosto, quando foi receitada ao Jornalista.
Dra. Mariana explicou, que em março de 2017, por causa de seus problemas de saúde, Guilherme desenvolveu uma infecção bacteriana no pâncreas.
A infecção foi combatida com uso de antibióticos, mas os convencionais não foram suficientes pois se tratava de uma bactéria resistente.
Apesar de usar uma medicação de alto custo e de tomar 17 injeções, de março a julho, o resultado não foi como o esperado.
"O paciente não respondeu bem ao tratamento, por causa de suas outras condições já existentes."
A médica explicou, que os problemas cardíacos, o Diabetes e o tumor cerebral, foram fatores preponderantes para deixarem Guilherme Kalel mais vulnerável, e para que o tratamento não saísse como planejado.
A infecção então começou a se espalhar e a bactéria atingiu outras partes do corpo, inclusive o sangue.
"A infecção começou a se espalhar, porque a bactéria passou a viajar na corrente sanguínea, e começou a prejudicar as células do sangue", destacou a médica.
No começo de agosto, os médicos diagnosticaram então, que a infecção causou uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos do sangue do paciente.
Isso derruba a imunidade e aumenta as chances da infecção se generalizar, ou seja, se espalhar para o corpo todo.
"Ela vai gerando uma série de complicações, anemias cada vez mais profundas", disse Dra. Mariana.
Há alguns anos atrás, nada poderia ser feito para tentar barrar este tipo de problema, que levava o paciente a morte.
Hoje, é possível se lutar contra a deficiência e em alguns casos até reverter a situação.
Mas para isso, depende-se exclusivamente de uma única droga, a Sorilis.
Feita na Europa, a injeção é de alto custo e tem valor de R$ 11 Mil cada ampola, já convertida a moeda brasileira.
Infelizmente, nem um plano de saúde no Brasil, cobre tal despesa.
Mesmo porque, a injeção é considerada medicação para se aplicar em tratamento de casa, apesar de ser ministrada por médicos dentro de unidade hospitalar.
Pelos cálculos médicos, são necessárias duas injeções para o tratamento de Kalel, a cada mês, por um período de 24 meses.
O tratamento prolongado é o único garantido para tentar reverter a situação, frear as infecções e permitir com que Guilherme dê continuidade a outros tratamentos médicos que ele faz, contra outros problemas de saúde.
Na prática, esses cálculos representam um gasto de R$ 22 Mil mensais, ou de aproximadamente R$ 528 Mil ao longo de 2 anos de tratamentos.
Guilherme Kalel, não dispõe desses recursos, e precisa conseguir isso se quiser o remédio e uma chance para melhorar.
Ingressou com uma ação judicial contra a União, pedindo que o governo o custeasse o medicamento.
Em um pedido liminar, a advogada do Jornalista, Mariana Monary, pediu ao Juiz que concedesse uma tutela antecipada para que o governo comprasse imediatamente a medicação, antes do mérito ser julgado.
O Magistrado negou-se. Diante a crise e as informações que são novas referentes a medicação solicitada, ele preferiu julgar o mérito e também pedir que Kalel fosse submetido a uma perícia.
Este perito é quem vai fazer um parecer ao Juiz, para falar se há ou não necessidade do uso da medicação, mesmo que no processo hajam laudos dos médicos de Kalel, atestando sua necessidade.
Diante a decisão negativa, Guilherme recorreu ao Tribunal Regional Federal.
A expectativa era conseguir derrubar a sentença do Juiz, e conseguir a liminar em Segunda Instância.
Não deu certo. Nesta quarta-feira, 16, o Tribunal também negou provimento ao recurso e manteve o caso para ser julgado pelo mérito.
Com isso, Guilherme ainda não conseguiu iniciar o tratamento.
Para Dra. Mariana Hassan, cada tempo perdido é essencial para representar a piora ou melhora do quadro do paciente.
A médica entende que a medicação é de alto custo, e que o governo brasileiro passa por situação delicada no que se refere ao campo financeiro, mas reitera que se houvessem outras alternativas vigentes, não hesitaria em passa-las.
"Não é que queremos polêmica, não é que queremos ofertar uma coisa surreal, o problema é que neste caso, não há o que fazer. O paciente necessita da medicação, e é urgente", destacou.
Outros casos
Guilherme Kalel, não é o único paciente no Brasil a precisar da droga Sorilis.
Segundo o apurado pela Reportagem de Kester 10 G, há outras pessoas que necessitam da medicação.
Em um levantamento realizado, pôde se averiguar que existem de 2015 até agora, agosto de 2017, outros pelo menos 10 casos, de pacientes que aguardam julgamentos em Tribunais de Justiça para conseguirem a medicação.
Jornalista precisa de droga que custa R$ 11 Mil cada dose
Por Kester 10 G
17/08/2017
Na tarde desta quarta-feira, 16, a médica Mariana Hassan, responsável pelos tratamentos médicos do Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, recebeu o Grupo Kester para uma conversa.
A pauta, entender um pouco melhor as necessidades de Kalel, referentes a medicação Sorilis.
A droga que é importada da Europa, se tornou um dos principais temas de reportagens no Portal Kester, desde 8 de agosto, quando foi receitada ao Jornalista.
Dra. Mariana explicou, que em março de 2017, por causa de seus problemas de saúde, Guilherme desenvolveu uma infecção bacteriana no pâncreas.
A infecção foi combatida com uso de antibióticos, mas os convencionais não foram suficientes pois se tratava de uma bactéria resistente.
Apesar de usar uma medicação de alto custo e de tomar 17 injeções, de março a julho, o resultado não foi como o esperado.
"O paciente não respondeu bem ao tratamento, por causa de suas outras condições já existentes."
A médica explicou, que os problemas cardíacos, o Diabetes e o tumor cerebral, foram fatores preponderantes para deixarem Guilherme Kalel mais vulnerável, e para que o tratamento não saísse como planejado.
A infecção então começou a se espalhar e a bactéria atingiu outras partes do corpo, inclusive o sangue.
"A infecção começou a se espalhar, porque a bactéria passou a viajar na corrente sanguínea, e começou a prejudicar as células do sangue", destacou a médica.
No começo de agosto, os médicos diagnosticaram então, que a infecção causou uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos do sangue do paciente.
Isso derruba a imunidade e aumenta as chances da infecção se generalizar, ou seja, se espalhar para o corpo todo.
"Ela vai gerando uma série de complicações, anemias cada vez mais profundas", disse Dra. Mariana.
Há alguns anos atrás, nada poderia ser feito para tentar barrar este tipo de problema, que levava o paciente a morte.
Hoje, é possível se lutar contra a deficiência e em alguns casos até reverter a situação.
Mas para isso, depende-se exclusivamente de uma única droga, a Sorilis.
Feita na Europa, a injeção é de alto custo e tem valor de R$ 11 Mil cada ampola, já convertida a moeda brasileira.
Infelizmente, nem um plano de saúde no Brasil, cobre tal despesa.
Mesmo porque, a injeção é considerada medicação para se aplicar em tratamento de casa, apesar de ser ministrada por médicos dentro de unidade hospitalar.
Pelos cálculos médicos, são necessárias duas injeções para o tratamento de Kalel, a cada mês, por um período de 24 meses.
O tratamento prolongado é o único garantido para tentar reverter a situação, frear as infecções e permitir com que Guilherme dê continuidade a outros tratamentos médicos que ele faz, contra outros problemas de saúde.
Na prática, esses cálculos representam um gasto de R$ 22 Mil mensais, ou de aproximadamente R$ 528 Mil ao longo de 2 anos de tratamentos.
Guilherme Kalel, não dispõe desses recursos, e precisa conseguir isso se quiser o remédio e uma chance para melhorar.
Ingressou com uma ação judicial contra a União, pedindo que o governo o custeasse o medicamento.
Em um pedido liminar, a advogada do Jornalista, Mariana Monary, pediu ao Juiz que concedesse uma tutela antecipada para que o governo comprasse imediatamente a medicação, antes do mérito ser julgado.
O Magistrado negou-se. Diante a crise e as informações que são novas referentes a medicação solicitada, ele preferiu julgar o mérito e também pedir que Kalel fosse submetido a uma perícia.
Este perito é quem vai fazer um parecer ao Juiz, para falar se há ou não necessidade do uso da medicação, mesmo que no processo hajam laudos dos médicos de Kalel, atestando sua necessidade.
Diante a decisão negativa, Guilherme recorreu ao Tribunal Regional Federal.
A expectativa era conseguir derrubar a sentença do Juiz, e conseguir a liminar em Segunda Instância.
Não deu certo. Nesta quarta-feira, 16, o Tribunal também negou provimento ao recurso e manteve o caso para ser julgado pelo mérito.
Com isso, Guilherme ainda não conseguiu iniciar o tratamento.
Para Dra. Mariana Hassan, cada tempo perdido é essencial para representar a piora ou melhora do quadro do paciente.
A médica entende que a medicação é de alto custo, e que o governo brasileiro passa por situação delicada no que se refere ao campo financeiro, mas reitera que se houvessem outras alternativas vigentes, não hesitaria em passa-las.
"Não é que queremos polêmica, não é que queremos ofertar uma coisa surreal, o problema é que neste caso, não há o que fazer. O paciente necessita da medicação, e é urgente", destacou.
Outros casos
Guilherme Kalel, não é o único paciente no Brasil a precisar da droga Sorilis.
Segundo o apurado pela Reportagem de Kester 10 G, há outras pessoas que necessitam da medicação.
Em um levantamento realizado, pôde se averiguar que existem de 2015 até agora, agosto de 2017, outros pelo menos 10 casos, de pacientes que aguardam julgamentos em Tribunais de Justiça para conseguirem a medicação.
Campanha na internet tenta arrecadar recursos para compra de medicação a Guilherme Kalel
Campanha na internet tenta arrecadar recursos para compra de medicação a Guilherme Kalel
Por Kester 10 G
16/08/2017
Enquanto a Justiça brasileira negou nesta quarta-feira, 16, mais um recurso para conseguir uma medicação ao Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, o grupo de programadores Protectors, tentam ajudar.
O site criado por eles, guilhermekalel.com segue tentando arrecadar recursos para a compra das injeções Sorilis, que custam R$ 11 Mil cada.
Guilherme precisa tomar duas por mês e ainda não conseguiu iniciar o tratamento, que tem previsão de no mínimo 2 anos de duração.
O remédio foi solicitado por sua equipe médica, por conta de uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos do paciente, que o deixam suscetível a infecções bacterianas.
Por causa das infecções, podem haver complicações severas de saúde e o único tratamento disponível é a Sorilis, destaca a médica Mariana Hassan.
Sem ter condição de comprar o remédio, Guilherme Kalel tentou conseguir a droga na Justiça, mas não obteve resultado.
Os pedidos liminares foram negados em Primeira e Segunda Instância, e agora ele precisa aguardar que seja julgado o mérito da questão.
O grupo Protectors, Hackers internacionais, criaram um site na internet para mostrar o trabalho do Jornalista e para conseguirem recursos para a compra da medicação.
O valor arrecadado, por enquanto não foi suficiente para adquirir uma ampola, que custa R$ 11 Mil, e é comprada na Europa como destaca trecho da reportagem acima.
Mas quem quiser, pode ajudar na busca por essa importante ação, e fazer sua doação, pois se unindo se conseguirá mais rápido o objetivo, disse Anna Patrícia Soares, idealizadora do site.
Por Kester 10 G
16/08/2017
Enquanto a Justiça brasileira negou nesta quarta-feira, 16, mais um recurso para conseguir uma medicação ao Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, o grupo de programadores Protectors, tentam ajudar.
O site criado por eles, guilhermekalel.com segue tentando arrecadar recursos para a compra das injeções Sorilis, que custam R$ 11 Mil cada.
Guilherme precisa tomar duas por mês e ainda não conseguiu iniciar o tratamento, que tem previsão de no mínimo 2 anos de duração.
O remédio foi solicitado por sua equipe médica, por conta de uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos do paciente, que o deixam suscetível a infecções bacterianas.
Por causa das infecções, podem haver complicações severas de saúde e o único tratamento disponível é a Sorilis, destaca a médica Mariana Hassan.
Sem ter condição de comprar o remédio, Guilherme Kalel tentou conseguir a droga na Justiça, mas não obteve resultado.
Os pedidos liminares foram negados em Primeira e Segunda Instância, e agora ele precisa aguardar que seja julgado o mérito da questão.
O grupo Protectors, Hackers internacionais, criaram um site na internet para mostrar o trabalho do Jornalista e para conseguirem recursos para a compra da medicação.
O valor arrecadado, por enquanto não foi suficiente para adquirir uma ampola, que custa R$ 11 Mil, e é comprada na Europa como destaca trecho da reportagem acima.
Mas quem quiser, pode ajudar na busca por essa importante ação, e fazer sua doação, pois se unindo se conseguirá mais rápido o objetivo, disse Anna Patrícia Soares, idealizadora do site.
Justiça nega novo recurso e não expede liminar para compra de medicamento a Presidente Kester
Justiça nega novo recurso e não expede liminar para compra de medicamento a Presidente Kester
Jornalista Guilherme Kalel precisa combater infecção com droga de R$ 11 Mil
Por Kester 10 G
16/08/2017
O Tribunal Regional Federal, negou pedido liminar da advogada e Executiva Kester Mariana Monary, nesta quarta-feira, 16, para atender a uma solicitação do Presidente do Grupo, Jornalista Guilherme Kalel.
Guilherme ingressou com uma ação judicial na semana passada, pedindo a União que custeasse um tratamento médico, ao custo de R$ 22 Mil mensais.
Ele precisa tomar duas injeções por mês, ao custo de R$ 11 Mil cada uma delas, para combater uma infecção bacteriana que afeta os Glóbulos Vermelhos.
Segundo seus médicos, esta é a única droga capaz de combater a infecção que pode inclusive leva-lo a morte.
Apesar de fazer tratamentos particulares, Guilherme Kalel não dispõe de recursos para a compra das injeções.
E foi por esta razão, que solicitou a Justiça um pedido especial para que o governo federal custeasse a medicação.
Na semana passada, o Juiz Federal que analisou a questão, negou a liminar sem que julgasse o mérito.
E pediu que Guilherme passasse por uma perícia que deve ser ainda agendada, para verificar a necessidade do uso da medicação relatada.
Mesmo com laudos médicos, o Magistrado negou o pedido, reiterou a advogada, que recorreu.
Mariana questionou no Tribunal, que Guilherme deveria esperar o mérito ser julgado, mas que até lá, uma medida cautelar o desse o direito de receber a medicação, que é importada da Europa.
Entretanto, o Tribunal Regional Federal, manteve a sentença do Juiz, pedindo que fosse aguardada a perícia e o Mérito da questão serem julgados.
Com esta derrota, Guilherme não tem outra opção, a não ser esperar o julgamento final do processo, já que não existem mais recursos pendentes, disse a advogada.
Jornalista Guilherme Kalel precisa combater infecção com droga de R$ 11 Mil
Por Kester 10 G
16/08/2017
O Tribunal Regional Federal, negou pedido liminar da advogada e Executiva Kester Mariana Monary, nesta quarta-feira, 16, para atender a uma solicitação do Presidente do Grupo, Jornalista Guilherme Kalel.
Guilherme ingressou com uma ação judicial na semana passada, pedindo a União que custeasse um tratamento médico, ao custo de R$ 22 Mil mensais.
Ele precisa tomar duas injeções por mês, ao custo de R$ 11 Mil cada uma delas, para combater uma infecção bacteriana que afeta os Glóbulos Vermelhos.
Segundo seus médicos, esta é a única droga capaz de combater a infecção que pode inclusive leva-lo a morte.
Apesar de fazer tratamentos particulares, Guilherme Kalel não dispõe de recursos para a compra das injeções.
E foi por esta razão, que solicitou a Justiça um pedido especial para que o governo federal custeasse a medicação.
Na semana passada, o Juiz Federal que analisou a questão, negou a liminar sem que julgasse o mérito.
E pediu que Guilherme passasse por uma perícia que deve ser ainda agendada, para verificar a necessidade do uso da medicação relatada.
Mesmo com laudos médicos, o Magistrado negou o pedido, reiterou a advogada, que recorreu.
Mariana questionou no Tribunal, que Guilherme deveria esperar o mérito ser julgado, mas que até lá, uma medida cautelar o desse o direito de receber a medicação, que é importada da Europa.
Entretanto, o Tribunal Regional Federal, manteve a sentença do Juiz, pedindo que fosse aguardada a perícia e o Mérito da questão serem julgados.
Com esta derrota, Guilherme não tem outra opção, a não ser esperar o julgamento final do processo, já que não existem mais recursos pendentes, disse a advogada.
Hacker que atacou Grupo Kester ganha bebê com 7 meses de gestação
Hacker que atacou Grupo Kester ganha bebê com 7 meses de gestação
Ana Claudia Santos deu nome de João Guilherme Kalel para menino que nasceu antes do tempo em Lindoia
Laura Elisa
Por Kester 10 G
15/08/2017
As 5h30 da madrugada desta terça-feira, 15, nasceu na cidade de Águas de Lindoia, no interior de SP, o menino João Guilherme Kalel, filho da Hacker e programadora de computadores Ana Claudia Santos.
Ana se tornou tema de reportagens no Grupo Kester 10 G, depois de ser uma das contratadas para atacar o Grupo por um grupo de integrantes de uma seita religiosa em abril.
Ela se arrependeu dos ataques, se transformou em delatora para a Justiça, entregou os mandantes e ganhou não apenas o perdão de Guilherme Kalel, Presidente Kester, como também a oportunidade de trabalhar na Corsi Tecnologia.
Para Kalel, Ana Claudia é cheia de potenciais e merecia a oportunidade, porque todos podem se arrepender mediante a um erro na vida.
Quando ela foi descoberta em seus ataques, Ana Claudia estava grávida.
Aos 6 meses de gestação, voltou a ser tema no Portal Kester 10 G, depois de ter sido sequestrada no final do mês passado pela mesma seita que a contratou.
Na ocasião, a ação do grupo de Hackers Protectors, uma comunidade internacional que Ana faz parte, fez com que ela fosse libertada.
O grupo de Hackers ameaçou repelir a igreja, se não devolvesse a moça em segurança.
Ana Claudia reapareceu com diversas escoriações pelo corpo, vítimas de agressões em cativeiro.
O sequestro por sua vez, investigado pelas autoridades, não teve nada a ver com o ataque sofrido pelo Grupo Kester e a delação da moça, com 25 anos de idade hoje.
Ana foi vítima dos criminosos, porque conseguiu sequestrar dados comprometedores e ameaçou divulga-los.
Esses dados estão sob sigilo, e se a seita promover qualquer ataque contra qualquer pessoa que denuncie algum de seus crimes, podem ser divulgados, disse o grupo Protectors, de posse da documentação.
Ana Claudia depois dos acontecimentos, deixou a cidade de São Paulo, onde morou por alguns meses, e se mudou para Águas de Lindoia.
Lá, estava atuando como Programadora e Desenvolvedora de Sistemas para a Corsi Tecnologia, empresa administrada por Guilherme Kalel.
Na madrugada desta terça, sentiu fortes dores e foi ao hospital da cidade, onde descobriu estar com contrações para o parto.
Uma cesariana de emergência foi realizada, por causa das condições do bebê.
João Guilherme Kalel, nome dado por Ana ao filho, nasceu com 44 centímetros e pesando 1,8 quilos.
Não há informações ainda, sobre o estado de saúde da criança, nem se ficará na encubadora.
Por causa das recentes pressões vivenciadas pela mãe, e de ter nascido de 7 meses de gestação, completados no último 11 de agosto, o bebê está em observação, disse a Reportagem Kester, uma das médicas que acompanhou o caso.
Ana Claudia Santos deu nome de João Guilherme Kalel para menino que nasceu antes do tempo em Lindoia
Laura Elisa
Por Kester 10 G
15/08/2017
As 5h30 da madrugada desta terça-feira, 15, nasceu na cidade de Águas de Lindoia, no interior de SP, o menino João Guilherme Kalel, filho da Hacker e programadora de computadores Ana Claudia Santos.
Ana se tornou tema de reportagens no Grupo Kester 10 G, depois de ser uma das contratadas para atacar o Grupo por um grupo de integrantes de uma seita religiosa em abril.
Ela se arrependeu dos ataques, se transformou em delatora para a Justiça, entregou os mandantes e ganhou não apenas o perdão de Guilherme Kalel, Presidente Kester, como também a oportunidade de trabalhar na Corsi Tecnologia.
Para Kalel, Ana Claudia é cheia de potenciais e merecia a oportunidade, porque todos podem se arrepender mediante a um erro na vida.
Quando ela foi descoberta em seus ataques, Ana Claudia estava grávida.
Aos 6 meses de gestação, voltou a ser tema no Portal Kester 10 G, depois de ter sido sequestrada no final do mês passado pela mesma seita que a contratou.
Na ocasião, a ação do grupo de Hackers Protectors, uma comunidade internacional que Ana faz parte, fez com que ela fosse libertada.
O grupo de Hackers ameaçou repelir a igreja, se não devolvesse a moça em segurança.
Ana Claudia reapareceu com diversas escoriações pelo corpo, vítimas de agressões em cativeiro.
O sequestro por sua vez, investigado pelas autoridades, não teve nada a ver com o ataque sofrido pelo Grupo Kester e a delação da moça, com 25 anos de idade hoje.
Ana foi vítima dos criminosos, porque conseguiu sequestrar dados comprometedores e ameaçou divulga-los.
Esses dados estão sob sigilo, e se a seita promover qualquer ataque contra qualquer pessoa que denuncie algum de seus crimes, podem ser divulgados, disse o grupo Protectors, de posse da documentação.
Ana Claudia depois dos acontecimentos, deixou a cidade de São Paulo, onde morou por alguns meses, e se mudou para Águas de Lindoia.
Lá, estava atuando como Programadora e Desenvolvedora de Sistemas para a Corsi Tecnologia, empresa administrada por Guilherme Kalel.
Na madrugada desta terça, sentiu fortes dores e foi ao hospital da cidade, onde descobriu estar com contrações para o parto.
Uma cesariana de emergência foi realizada, por causa das condições do bebê.
João Guilherme Kalel, nome dado por Ana ao filho, nasceu com 44 centímetros e pesando 1,8 quilos.
Não há informações ainda, sobre o estado de saúde da criança, nem se ficará na encubadora.
Por causa das recentes pressões vivenciadas pela mãe, e de ter nascido de 7 meses de gestação, completados no último 11 de agosto, o bebê está em observação, disse a Reportagem Kester, uma das médicas que acompanhou o caso.
Interrupção em sistemas Kester levam Conselho Administrativo a discutir contrato com Locaweb
Interrupção em sistemas Kester levam Conselho Administrativo a discutir contrato com Locaweb
Empresa foi ameaçada de ter serviços com Grupo Kester interrompidos por Guilherme Kalel no fim de semana
Por Kester 10 G
15/08/2017
Parece que a crise interna entre empresas, geradas entre o Grupo Kester e a Locaweb, não acabou.
Nesta terça-feira, 15, o Conselho Administrativo Kester 10 G, deve se reunir para discutir o tema e o que fazer neste caso.
Na última sexta-feira, 11, perto de 19h, os sites Kester caíram e só voltaram no domingo, as 21h50.
A queda até hoje não foi explicada pela Locaweb, empresa a nível nacional, que armazena os dados Online do Grupo.
Antes de voltar, o Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, interpôs recurso administrativo contra a empresa, em que ameaçava a ruptura do contrato entre as duas.
Para Guilherme, é inadmissível que os sites ficassem mais de 48h sem operar, sem que a equipe de respostas da Locaweb fosse capaz de responder a um chamado para a resolução do problema.
Menos de 2h depois do recurso ser interposto de maneira Online, e reforçado por um contato telefônico, a empresa resolveu a questão.
Contudo, o assunto permanecer ou continuar na Locaweb, foi levado a pauta de discussões do Conselho pelo próprio Presidente.
Guilherme disse nesta segunda, que é preciso avaliar com cautela cada um dos passos tomados.
O Grupo Kester 10 G, tinha servidores hospedados na empresa francana Com4, no ano de 2015.
Eles foram migrados para a UOL Host, por serem maior, nacionalizados e terem menos riscos de apresentar problemas.
No ano passado, a UOL Host foi substituída pela Locaweb, após uma série de problemas técnicos semelhantes aos ocorridos na sexta-feira.
Esta segundo Kalel, não é a primeira queda proporcionada pela empresa por falhas técnicas sem explicação.
A Locaweb chegou a deixar o site fora do ar, por diversos dias em 2017, por problemas semelhantes.
Guilherme disse, que as empresas que prestam ao papel de fornecer serviços a clientes como o Kester, precisam se sujeitar a resolver melhor essas questões.
Ele reconheceu que coisas digitais podem dar problemas, mas o tempo de respostas para elas é o que define a agilidade e qualidade de cada empresa.
Por causa dessa possível saída da Locaweb, outras empresas começaram a serem estudadas pelo Grupo Kester, disse a Assessora do Grupo, Sofia Granzzoti.
Neste sentido, em se rompendo o contrato, a mudança poderia levar os servidores Kester para a Hostgator, uma empresa de Santa Catarina.
Empresa foi ameaçada de ter serviços com Grupo Kester interrompidos por Guilherme Kalel no fim de semana
Por Kester 10 G
15/08/2017
Parece que a crise interna entre empresas, geradas entre o Grupo Kester e a Locaweb, não acabou.
Nesta terça-feira, 15, o Conselho Administrativo Kester 10 G, deve se reunir para discutir o tema e o que fazer neste caso.
Na última sexta-feira, 11, perto de 19h, os sites Kester caíram e só voltaram no domingo, as 21h50.
A queda até hoje não foi explicada pela Locaweb, empresa a nível nacional, que armazena os dados Online do Grupo.
Antes de voltar, o Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, interpôs recurso administrativo contra a empresa, em que ameaçava a ruptura do contrato entre as duas.
Para Guilherme, é inadmissível que os sites ficassem mais de 48h sem operar, sem que a equipe de respostas da Locaweb fosse capaz de responder a um chamado para a resolução do problema.
Menos de 2h depois do recurso ser interposto de maneira Online, e reforçado por um contato telefônico, a empresa resolveu a questão.
Contudo, o assunto permanecer ou continuar na Locaweb, foi levado a pauta de discussões do Conselho pelo próprio Presidente.
Guilherme disse nesta segunda, que é preciso avaliar com cautela cada um dos passos tomados.
O Grupo Kester 10 G, tinha servidores hospedados na empresa francana Com4, no ano de 2015.
Eles foram migrados para a UOL Host, por serem maior, nacionalizados e terem menos riscos de apresentar problemas.
No ano passado, a UOL Host foi substituída pela Locaweb, após uma série de problemas técnicos semelhantes aos ocorridos na sexta-feira.
Esta segundo Kalel, não é a primeira queda proporcionada pela empresa por falhas técnicas sem explicação.
A Locaweb chegou a deixar o site fora do ar, por diversos dias em 2017, por problemas semelhantes.
Guilherme disse, que as empresas que prestam ao papel de fornecer serviços a clientes como o Kester, precisam se sujeitar a resolver melhor essas questões.
Ele reconheceu que coisas digitais podem dar problemas, mas o tempo de respostas para elas é o que define a agilidade e qualidade de cada empresa.
Por causa dessa possível saída da Locaweb, outras empresas começaram a serem estudadas pelo Grupo Kester, disse a Assessora do Grupo, Sofia Granzzoti.
Neste sentido, em se rompendo o contrato, a mudança poderia levar os servidores Kester para a Hostgator, uma empresa de Santa Catarina.
Livro de Larissa Corsi chega como segundo mais lido no Universo das Historias
Livro de Larissa Corsi chega como segundo mais lido no Universo das Historias
Por Kester 10 G
15/08/2017
A primeira historia escrita por Larissa Mariana Corsi, não poderia ter um melhor resultado.
Foi o que disse o Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, ao divulgar o balanço do primeiro dia de acessos do livro, na noite desta segunda-feira, 14.
A estreia do livro Kengi, levou 430 mil acessos as páginas do Universo das Historias, transformando o texto no segundo mais lido dentro do espaço.
O texto está atrás de Law Government, que tem 490 mil acessos, e chega estreando afrente de Encantos, que hoje possue 410 mil acessos.
Com isso, a historia de Larissa entra no dia de sua estreia, para o Ranking das 10 historias mais acessadas do Universo das Historias.
Larissa se disse emocionada com este resultado. A jovem de 15 anos, disse que nunca esperou tanta repercussão, ainda mais se tratando do primeiro capítulo de seu texto.
O livro Kengi tem diversas mudanças no seu decorrer, e a historia é dividida em etapas. Hoje, no primeiro capítulo, como a historia se origina é o ponto principal do que chamou a atenção das pessoas.
Larissa disse que buscou ser a mais original possível, trazendo um texto moderno e ao mesmo tempo que pudesse prender a atenção de cada leitor, o resultado não poderia ser melhor e trouxe positividades.
Por Kester 10 G
15/08/2017
A primeira historia escrita por Larissa Mariana Corsi, não poderia ter um melhor resultado.
Foi o que disse o Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, ao divulgar o balanço do primeiro dia de acessos do livro, na noite desta segunda-feira, 14.
A estreia do livro Kengi, levou 430 mil acessos as páginas do Universo das Historias, transformando o texto no segundo mais lido dentro do espaço.
O texto está atrás de Law Government, que tem 490 mil acessos, e chega estreando afrente de Encantos, que hoje possue 410 mil acessos.
Com isso, a historia de Larissa entra no dia de sua estreia, para o Ranking das 10 historias mais acessadas do Universo das Historias.
Larissa se disse emocionada com este resultado. A jovem de 15 anos, disse que nunca esperou tanta repercussão, ainda mais se tratando do primeiro capítulo de seu texto.
O livro Kengi tem diversas mudanças no seu decorrer, e a historia é dividida em etapas. Hoje, no primeiro capítulo, como a historia se origina é o ponto principal do que chamou a atenção das pessoas.
Larissa disse que buscou ser a mais original possível, trazendo um texto moderno e ao mesmo tempo que pudesse prender a atenção de cada leitor, o resultado não poderia ser melhor e trouxe positividades.
Anna Patrícia Soares - Quem é a programadora que fez comunidade de Hackers internacional se unirem em prol a causa Guilherme Kalel
Anna Patrícia Soares - Quem é a programadora que fez comunidade de Hackers internacional se unirem em prol a causa Guilherme Kalel
Por Kester 10 G
14/08/2017
Anna Patrícia Soares tem 25 anos de idade e é programadora e desenvolvedora de sistemas.
Trabalha desde os 15 anos com programação, mas foi apenas aos 20, quando entrou para a comunidade internacional Protectors, que passou a ganhar dinheiro e usar isso como profissão para viver.
Por causa de seu trabalho, hoje consegue pagar o aluguel de seu apartamento, cursou faculdade e hoje custeia a faculdade da irmã.
Anna Patrícia conhece bem os efeitos de um câncer, como parente de alguém que sofreu do mal.
Se compadeceu das informações recebidas ao conhecer a historia de Kalel, pois aos 13 anos perdeu a mãe vítima da doença.
A partir de então, viveu com o pai e anos mais tarde com uma madrasta, até que completasse idade suficiente para conseguir se manter fora de casa com a irmã.
As duas passaram por muito mas conseguiram dar a volta por cima, e hoje possuem até um relacionamento melhor com a família, apesar de morarem em uma cidade diferente da do pai e madrasta.
Guilherme Kalel, passou a ser evidenciado pelos Protectors, em abril, quando atacado por uma de suas integrantes, Ana Claudia Santos.
Ela não sabia quem atacava, apenas cumpria um serviço pelo qual foi contratada por integrantes de uma seita religiosa, tema de reportagens nas páginas de Kester 10 G, que buscava vingança.
Ana Claudia se arrependeu dos ataques ao conhecer a historia do Jornalista e fundador do Grupo, e de Hacker atacante passou a ser auxiliar.
Conseguiu dar a volta por cima, teve o perdão de Kalel, e mostrou ele para os outros integrantes de sua comunidade.
Guilherme e o Grupo Kester, passaram a serem protegidos entre assim dizer, pelo grupo Protectors.
Os Hackers chegaram a escrever em mensagem, que qualquer novo ataque a família Kester seria repelido de volta.
No fim de semana, o grupo se articulou, e liderados por Anna Patrícia, fizeram o site http://guilhermekalel.com
O espaço vai divulgar informações sobre o Jornalista, e tentar conseguir fundos para que ele tenha acesso a sua medicação.
Paciente oncológico mas não por isso e sim por uma infecção, que nada tem a ver com o tumor, Guilherme precisa do uso da droga Sorilis.
O medicamento é de extremo alto custo, R$ 11 Mil cada ampola, e não há neste momento condições financeiras de sua compra.
Guilherme foi surpreendido nesta manhã, ao ser informado que os Hackers se uniram e criaram um site, inclusive com alcance de domínio internacional, para que pudessem divulgar sua historia.
E mais, pedirem doações em dinheiro para conseguir comprar a medicação.
No site, há informações de realizar a doação, por depósito direto na conta de Guilherme.
Os Hackers conseguiram todas as informações sozinhos, e escolheram a conta para o depósito que já era existente no nome do Jornalista.
Anna Patrícia disse a Reportagem de Kester 10 G, que depois da morte da mãe, ficou muito tocada com as historias de pessoas que necessitam mas pela burocracia, não conseguem doações ou remédios.
E disse já ter conseguido em outras oportunidades, em campanhas menores, recursos para ajudar outras pessoas de historias que conheceu.
Os tratamentos de canceres segundo ela, são aqueles mais difíceis de se fazer pelo alto custo das medicações.
Como perdeu a mãe com essa doença, se focou mais nela.
Mas também observa outras historias, principalmente narradas pela Mídia, de pessoas que necessitam de remédios ou equipamentos de acessibilidade, como cadeira de rodas por exemplo.
E quando pode, ajuda fazendo sites semelhantes e gratuitamente para essas pessoas.
Para se criar um site, é necessário pagar uma taxa de manutenção. Anna Patrícia faz este pagamento, pelo período que for necessário, para manter o site funcionando.
E com isso, gasta quantia considerável por mês para segundo ela, fazer sua parte por um mundo melhor e com pessoas mais justas.
Por Kester 10 G
14/08/2017
Anna Patrícia Soares tem 25 anos de idade e é programadora e desenvolvedora de sistemas.
Trabalha desde os 15 anos com programação, mas foi apenas aos 20, quando entrou para a comunidade internacional Protectors, que passou a ganhar dinheiro e usar isso como profissão para viver.
Por causa de seu trabalho, hoje consegue pagar o aluguel de seu apartamento, cursou faculdade e hoje custeia a faculdade da irmã.
Anna Patrícia conhece bem os efeitos de um câncer, como parente de alguém que sofreu do mal.
Se compadeceu das informações recebidas ao conhecer a historia de Kalel, pois aos 13 anos perdeu a mãe vítima da doença.
A partir de então, viveu com o pai e anos mais tarde com uma madrasta, até que completasse idade suficiente para conseguir se manter fora de casa com a irmã.
As duas passaram por muito mas conseguiram dar a volta por cima, e hoje possuem até um relacionamento melhor com a família, apesar de morarem em uma cidade diferente da do pai e madrasta.
Guilherme Kalel, passou a ser evidenciado pelos Protectors, em abril, quando atacado por uma de suas integrantes, Ana Claudia Santos.
Ela não sabia quem atacava, apenas cumpria um serviço pelo qual foi contratada por integrantes de uma seita religiosa, tema de reportagens nas páginas de Kester 10 G, que buscava vingança.
Ana Claudia se arrependeu dos ataques ao conhecer a historia do Jornalista e fundador do Grupo, e de Hacker atacante passou a ser auxiliar.
Conseguiu dar a volta por cima, teve o perdão de Kalel, e mostrou ele para os outros integrantes de sua comunidade.
Guilherme e o Grupo Kester, passaram a serem protegidos entre assim dizer, pelo grupo Protectors.
Os Hackers chegaram a escrever em mensagem, que qualquer novo ataque a família Kester seria repelido de volta.
No fim de semana, o grupo se articulou, e liderados por Anna Patrícia, fizeram o site http://guilhermekalel.com
O espaço vai divulgar informações sobre o Jornalista, e tentar conseguir fundos para que ele tenha acesso a sua medicação.
Paciente oncológico mas não por isso e sim por uma infecção, que nada tem a ver com o tumor, Guilherme precisa do uso da droga Sorilis.
O medicamento é de extremo alto custo, R$ 11 Mil cada ampola, e não há neste momento condições financeiras de sua compra.
Guilherme foi surpreendido nesta manhã, ao ser informado que os Hackers se uniram e criaram um site, inclusive com alcance de domínio internacional, para que pudessem divulgar sua historia.
E mais, pedirem doações em dinheiro para conseguir comprar a medicação.
No site, há informações de realizar a doação, por depósito direto na conta de Guilherme.
Os Hackers conseguiram todas as informações sozinhos, e escolheram a conta para o depósito que já era existente no nome do Jornalista.
Anna Patrícia disse a Reportagem de Kester 10 G, que depois da morte da mãe, ficou muito tocada com as historias de pessoas que necessitam mas pela burocracia, não conseguem doações ou remédios.
E disse já ter conseguido em outras oportunidades, em campanhas menores, recursos para ajudar outras pessoas de historias que conheceu.
Os tratamentos de canceres segundo ela, são aqueles mais difíceis de se fazer pelo alto custo das medicações.
Como perdeu a mãe com essa doença, se focou mais nela.
Mas também observa outras historias, principalmente narradas pela Mídia, de pessoas que necessitam de remédios ou equipamentos de acessibilidade, como cadeira de rodas por exemplo.
E quando pode, ajuda fazendo sites semelhantes e gratuitamente para essas pessoas.
Para se criar um site, é necessário pagar uma taxa de manutenção. Anna Patrícia faz este pagamento, pelo período que for necessário, para manter o site funcionando.
E com isso, gasta quantia considerável por mês para segundo ela, fazer sua parte por um mundo melhor e com pessoas mais justas.
Programadora cria site afim de conseguir doações para medicação de Presidente Kester
Programadora cria site afim de conseguir doações para medicação de Presidente Kester
Jornalista Guilherme Kalel, precisa de droga que custa R$ 11 Mil a dose para conter doença no sangue
Por Kester 10 G
14/08/2017
O grupo de Hackers internacional Protectors, lança uma iniciativa com o objetivo de ajudarem o Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, conseguir algo de que precisa muito.
Trata-se das injeções de alto custo, necessárias para que ele contenha uma infecção sanguínea grave.
Na semana passada, os médicos de Kalel, revelaram que a infecção descoberta em março piorou, e que passou a provocar uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos do sangue.
Por causa disso, ele estaria mais suscetível a anemias e demais outras complicações de saúde, que ao longo do tempo poderiam inclusive levar a morte.
Para que pudesse reverter o quadro, há apenas um tratamento médico disponível.
Trata-se da droga Sorilis, importada da Europa, e que custa R$ 11 Mil cada ampola da medicação.
Para o tratamento, que teria durabilidade de no mínimo 2 anos, Guilherme precisa de duas ampolas por mês, o que totalizaria um gasto de R$ 22 Mil.
O Presidente do Grupo Kester no entanto, não dispõe de recursos suficientes para que pudesse fazer o uso desta medicação, que também não é coberta pelo plano de saúde.
Por causa disso, Guilherme chegou a entrar na Justiça contra a União, para ter acesso a medicação.
O mérito do caso não foi julgado nem tem data para ser, mas na semana passada, a Justiça Federal negou um pedido liminar, para que o governo custeasse o tratamento imediatamente.
O Juiz que julgou a liminar, pedida pela advogada e Executiva Kester Mariana Monary, alegou em seu despacho que não existiam provas suficientes que mostrassem a
necessidade do uso desta medicação, e que o Jornalista precisava passar por um perito da Justiça, para comprovar tal necessidade.
Na ocasião, Mariana chegou a dizer que o Magistrado ignorou todas as provas apresentadas na Inicial do Processo, tais como os laudos médicos.
Por causa dessa resposta negativa da Justiça, uma das integrantes do grupo Protectors, decidiu agir.
Ela e os amigos, lançam uma página na internet, para falar um pouco mais sobre a vida do Jornalista, o que ele faz, e aproveitam no espaço, para pedirem as doações.
Há no site, um link exclusivo para que quem tiver interesse, faça a doação no valor de R$ 50,00.
Para facilitar as doações e evitar que o dinheiro passe pela mão de terceiros antes de chegar em seu destino final, o site oferece apenas uma opção para a doação ser realizada.
Por isso, há as informações de uma conta, registrada no próprio nome de Guilherme, no banco Caixa Econômica Federal.
Com os dados, os interessados fazem o depósito no valor de R$ 50,00 solicitado no link de doação.
O depósito pode ser feito no banco, em casas lotéricas ou até mesmo de forma Online caso o doador use Internet Banking.
Guilherme Kalel, ao saber da noticia disse que estava emocionado com as atitudes dos Hackers para com ele.
O Grupo Kester caiu em evidência da comunidade Protectors, depois de ter sido atacado em abril de 2017.
Uma das Hackers na época que realizou o ataque ao site e se arrependeu, procurou a comunidade para reverter danos ocasionados ao Portal Kester e colocou o site sob proteção dos programadores.
O Grupo declarou, em resposta aos ataques sofridos pelo Grupo Kester na época, que qualquer novo ataque a equipe de Guilherme seria retaliado.
A partir de aí, os Hackers passaram a acompanhar as edições dos sites Kester, e foi então que foram descobrindo mais informações sobre Guilherme e sua saúde.
Ao virem a necessidade das injeções e a recusa da Justiça em fornecer a obrigatoriedade para que a União custeasse os tratamentos ao Jornalista, os Hackers se mobilizaram.
Encabeçados pela Hacker e programadora de sistemas Anna Patrícia Soares, o grupo se mobilizou na criação do novo site durante o final de semana.
A partir desta segunda-feira, 14, o espaço já estará sendo publicado, mas será atualizado ao longo das próximas horas, com mais informações referentes a Kalel e seu trabalho, disse a idealizadora do projeto, a Reportagem de Kester 10 G.
Para acessar ao site, os interessados devem o fazer pelo endereço eletrônico http://guilhermekalel.com
E ainda podem nele, clicar no link correspondente a realizarem a doação.
Jornalista Guilherme Kalel, precisa de droga que custa R$ 11 Mil a dose para conter doença no sangue
Por Kester 10 G
14/08/2017
O grupo de Hackers internacional Protectors, lança uma iniciativa com o objetivo de ajudarem o Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, conseguir algo de que precisa muito.
Trata-se das injeções de alto custo, necessárias para que ele contenha uma infecção sanguínea grave.
Na semana passada, os médicos de Kalel, revelaram que a infecção descoberta em março piorou, e que passou a provocar uma deficiência nos Glóbulos Vermelhos do sangue.
Por causa disso, ele estaria mais suscetível a anemias e demais outras complicações de saúde, que ao longo do tempo poderiam inclusive levar a morte.
Para que pudesse reverter o quadro, há apenas um tratamento médico disponível.
Trata-se da droga Sorilis, importada da Europa, e que custa R$ 11 Mil cada ampola da medicação.
Para o tratamento, que teria durabilidade de no mínimo 2 anos, Guilherme precisa de duas ampolas por mês, o que totalizaria um gasto de R$ 22 Mil.
O Presidente do Grupo Kester no entanto, não dispõe de recursos suficientes para que pudesse fazer o uso desta medicação, que também não é coberta pelo plano de saúde.
Por causa disso, Guilherme chegou a entrar na Justiça contra a União, para ter acesso a medicação.
O mérito do caso não foi julgado nem tem data para ser, mas na semana passada, a Justiça Federal negou um pedido liminar, para que o governo custeasse o tratamento imediatamente.
O Juiz que julgou a liminar, pedida pela advogada e Executiva Kester Mariana Monary, alegou em seu despacho que não existiam provas suficientes que mostrassem a
necessidade do uso desta medicação, e que o Jornalista precisava passar por um perito da Justiça, para comprovar tal necessidade.
Na ocasião, Mariana chegou a dizer que o Magistrado ignorou todas as provas apresentadas na Inicial do Processo, tais como os laudos médicos.
Por causa dessa resposta negativa da Justiça, uma das integrantes do grupo Protectors, decidiu agir.
Ela e os amigos, lançam uma página na internet, para falar um pouco mais sobre a vida do Jornalista, o que ele faz, e aproveitam no espaço, para pedirem as doações.
Há no site, um link exclusivo para que quem tiver interesse, faça a doação no valor de R$ 50,00.
Para facilitar as doações e evitar que o dinheiro passe pela mão de terceiros antes de chegar em seu destino final, o site oferece apenas uma opção para a doação ser realizada.
Por isso, há as informações de uma conta, registrada no próprio nome de Guilherme, no banco Caixa Econômica Federal.
Com os dados, os interessados fazem o depósito no valor de R$ 50,00 solicitado no link de doação.
O depósito pode ser feito no banco, em casas lotéricas ou até mesmo de forma Online caso o doador use Internet Banking.
Guilherme Kalel, ao saber da noticia disse que estava emocionado com as atitudes dos Hackers para com ele.
O Grupo Kester caiu em evidência da comunidade Protectors, depois de ter sido atacado em abril de 2017.
Uma das Hackers na época que realizou o ataque ao site e se arrependeu, procurou a comunidade para reverter danos ocasionados ao Portal Kester e colocou o site sob proteção dos programadores.
O Grupo declarou, em resposta aos ataques sofridos pelo Grupo Kester na época, que qualquer novo ataque a equipe de Guilherme seria retaliado.
A partir de aí, os Hackers passaram a acompanhar as edições dos sites Kester, e foi então que foram descobrindo mais informações sobre Guilherme e sua saúde.
Ao virem a necessidade das injeções e a recusa da Justiça em fornecer a obrigatoriedade para que a União custeasse os tratamentos ao Jornalista, os Hackers se mobilizaram.
Encabeçados pela Hacker e programadora de sistemas Anna Patrícia Soares, o grupo se mobilizou na criação do novo site durante o final de semana.
A partir desta segunda-feira, 14, o espaço já estará sendo publicado, mas será atualizado ao longo das próximas horas, com mais informações referentes a Kalel e seu trabalho, disse a idealizadora do projeto, a Reportagem de Kester 10 G.
Para acessar ao site, os interessados devem o fazer pelo endereço eletrônico http://guilhermekalel.com
E ainda podem nele, clicar no link correspondente a realizarem a doação.
Larissa Corsi estreia como autora pelo Universo das Historias
Larissa Corsi estreia como autora pelo Universo das Historias
Livro Online Kengi vai misturar segunda guerra com Stars e agentes da China
Por Kester 10 G
14/08/2017
Com um dia de atraso, por conta dos problemas técnicos que retiraram os sites Kester do ar no fim de semana, estreia nesta segunda-feira, 14, o livro Online Kengi.
O texto é o primeiro livro da jovem Larissa Mariana Corsi, 15 anos, que começa a carreira como autora de historias.
Larissa foi convidada por Guilherme Kalel, para passar a escrever ao Universo das Historias, por seu potencial para a escrita.
Colaboradora Kester e fã incondicional de Guilherme, deixou transparecer através de suas publicações em seu blog pessoal, o interesse pela escrita e uma forma positiva de lhe dar com as palavras, contou o Jornalista.
Guilherme Kalel, disse a Larissa que iria instruí-la em como começar a carreira de escritora, e depois deixou o resto por sua conta.
Quando viu a sinopse e os primeiros capítulos do texto, se surpreendeu, e garante surpresa aos leitores.
Ele pediu que Larissa narrasse, uma historia sobre uma agente federal de Stars, mas que tivesse um segredo e fosse de origem chinesa.
Guilherme ainda disse, que esta historia precisava se cruzar com as origens de Stars, criando agente especial com algum tipo de poderes especiais, o que diferenciaria a agente de demais pessoas ditas normais.
O resultado segundo ele, não poderia ser melhor.
O livro que conta a historia de Laura Kengi, conta segredos chineses que começam no início da segunda guerra, e que transpassam ao longo do tempo até chegar nos dias atuais.
Larissa ainda vai escrever, sobre uma menina de 15 anos, que precisa se encontrar na vida e aceitar-se como é, com a proteção e ajuda de Laura.
A menina vai ter um relacionamento com outra menina de mesma idade no decorrer da historia, o que promete polêmicas.
Mas Larissa quer que o texto seja assim, e disse que pretende espelhar-se na relação com a atual namorada, para descrever as cenas do livro e como tudo aconteceu.
Ela se assumiu recentemente para a família, e garante ter sido o que fez de melhor.
"Todos me aceitaram e apoiaram de um jeito incrível, e temos que vencer essas barreiras preconceituosas", disse.
Laura Kengi, já cruza uma outra historia antes mesmo da sua própria ser contada.
Guilherme Kalel, trouxe a agente a fazer parte do universo de Law Government - Lei e Governo, nas suas primeiras duas temporadas.
Ele garante que o destino de Laura será dado por Larissa, dentro da historia da agente, mas que vai usar o quanto puder dela dentro de seu livro, por ter achado a personagem complexa e muito interessante.
Com a chegada de Laura e de seus segredos, Guilherme disse ter encontrado a deixa perfeita para poder falar sobre a origem de Stars, e de segredos que surgirão em historias futuras.
Confira a seguir, a sinopse do livro de Larissa, que pode ser acessado no Universo das Historias, ou por seu site direto em http://kengi.kester.net.br
Migrados para uma parte escondida de Stars, chamada de Agameno, a família chinesa Kengi esconde segredos.
Esses segredos podem ser revelados, a medida que um dos Kengi vai ao continente e conhece uma mulher da superfície.
Da paixão, nasce Laura, que depois se transforma em uma super agente especial.
Mantida no mais absoluto sigilo pelo governo, que teme o que o mundo possa saber se conhecer sua verdadeira origem, cada passo da agente é milimetricamente calculado.
Laura Kengi foi responsável nos últimos 10 anos, 2007 a 2017, por proteger as pessoas mais importantes de Stars, e da China, em uma mega parceria entre governos, que claro, segue secreta.
Em uma dessas viagens, a agente especial acaba conhecendo Annita, sua nova protegida.
Ao lado da garota de 15 anos, vai descobrir uma grande trama e fará o que estiver a seu alcance para que possa punir responsáveis por cometer uma série de crimes.
Annita por sua vez, terá que encontrar meios de além de sobreviver, mostrar a sua família que aceitem a sua condição atual.
A menina tem um gosto diferente dos convencionais e se apaixona por uma amiga de escola.
Laura Kengi se transforma na mais fiel de suas amigas e na mais protetora das agentes, e vai ajuda-la também nesta questão pessoal.
Livro Online Kengi vai misturar segunda guerra com Stars e agentes da China
Por Kester 10 G
14/08/2017
Com um dia de atraso, por conta dos problemas técnicos que retiraram os sites Kester do ar no fim de semana, estreia nesta segunda-feira, 14, o livro Online Kengi.
O texto é o primeiro livro da jovem Larissa Mariana Corsi, 15 anos, que começa a carreira como autora de historias.
Larissa foi convidada por Guilherme Kalel, para passar a escrever ao Universo das Historias, por seu potencial para a escrita.
Colaboradora Kester e fã incondicional de Guilherme, deixou transparecer através de suas publicações em seu blog pessoal, o interesse pela escrita e uma forma positiva de lhe dar com as palavras, contou o Jornalista.
Guilherme Kalel, disse a Larissa que iria instruí-la em como começar a carreira de escritora, e depois deixou o resto por sua conta.
Quando viu a sinopse e os primeiros capítulos do texto, se surpreendeu, e garante surpresa aos leitores.
Ele pediu que Larissa narrasse, uma historia sobre uma agente federal de Stars, mas que tivesse um segredo e fosse de origem chinesa.
Guilherme ainda disse, que esta historia precisava se cruzar com as origens de Stars, criando agente especial com algum tipo de poderes especiais, o que diferenciaria a agente de demais pessoas ditas normais.
O resultado segundo ele, não poderia ser melhor.
O livro que conta a historia de Laura Kengi, conta segredos chineses que começam no início da segunda guerra, e que transpassam ao longo do tempo até chegar nos dias atuais.
Larissa ainda vai escrever, sobre uma menina de 15 anos, que precisa se encontrar na vida e aceitar-se como é, com a proteção e ajuda de Laura.
A menina vai ter um relacionamento com outra menina de mesma idade no decorrer da historia, o que promete polêmicas.
Mas Larissa quer que o texto seja assim, e disse que pretende espelhar-se na relação com a atual namorada, para descrever as cenas do livro e como tudo aconteceu.
Ela se assumiu recentemente para a família, e garante ter sido o que fez de melhor.
"Todos me aceitaram e apoiaram de um jeito incrível, e temos que vencer essas barreiras preconceituosas", disse.
Laura Kengi, já cruza uma outra historia antes mesmo da sua própria ser contada.
Guilherme Kalel, trouxe a agente a fazer parte do universo de Law Government - Lei e Governo, nas suas primeiras duas temporadas.
Ele garante que o destino de Laura será dado por Larissa, dentro da historia da agente, mas que vai usar o quanto puder dela dentro de seu livro, por ter achado a personagem complexa e muito interessante.
Com a chegada de Laura e de seus segredos, Guilherme disse ter encontrado a deixa perfeita para poder falar sobre a origem de Stars, e de segredos que surgirão em historias futuras.
Confira a seguir, a sinopse do livro de Larissa, que pode ser acessado no Universo das Historias, ou por seu site direto em http://kengi.kester.net.br
Migrados para uma parte escondida de Stars, chamada de Agameno, a família chinesa Kengi esconde segredos.
Esses segredos podem ser revelados, a medida que um dos Kengi vai ao continente e conhece uma mulher da superfície.
Da paixão, nasce Laura, que depois se transforma em uma super agente especial.
Mantida no mais absoluto sigilo pelo governo, que teme o que o mundo possa saber se conhecer sua verdadeira origem, cada passo da agente é milimetricamente calculado.
Laura Kengi foi responsável nos últimos 10 anos, 2007 a 2017, por proteger as pessoas mais importantes de Stars, e da China, em uma mega parceria entre governos, que claro, segue secreta.
Em uma dessas viagens, a agente especial acaba conhecendo Annita, sua nova protegida.
Ao lado da garota de 15 anos, vai descobrir uma grande trama e fará o que estiver a seu alcance para que possa punir responsáveis por cometer uma série de crimes.
Annita por sua vez, terá que encontrar meios de além de sobreviver, mostrar a sua família que aceitem a sua condição atual.
A menina tem um gosto diferente dos convencionais e se apaixona por uma amiga de escola.
Laura Kengi se transforma na mais fiel de suas amigas e na mais protetora das agentes, e vai ajuda-la também nesta questão pessoal.
Kester 10 G vai lançar novo Universo das Historias a partir de hoje
Kester 10 G vai lançar novo Universo das Historias a partir de hoje
Anunciantes interessados em espaço poderão expor marcas na Home Principal
Por Kester 10 G
14/08/2017
A partir desta segunda-feira, 14, o Kester 10 G, lança um novo espaço Universo das Historias.
O local será remodelado e em sua página inicial terá novidades.
Os anunciantes que desejarem expor sua marca, a ser visualizada para os leitores do espaço, poderão o fazer mediante as compras de anúncios especiais por parte do Grupo.
Esses anúncios, serão comercializados a preços especiais de promoção de inauguração, de 14 a 22 de agosto, informou a equipe Kester.
Para saber mais valores, devem ser contatados o Grupo Kester, por meio de sua equipe de Assessoria, através dos seguintes canais
mariananovaki@kester.net.br
sofiagranzzoti@kester.net.br
dentro do prazo descrito.
Não há limite de anunciantes para a página, e a medida foi tomada pelo espaço ganhar mais visibilidade do que o Portal, carro chefe da equipe, por conta dos livros Online recém-lançados.
A partir de então, haverá duas formas de anúncios veiculadas no site, na página principal de Kester 10 G, os anunciantes habituais.
E na página do Universo das Historias, os anunciantes do espaço, bem como os já fixos que desejarem expor por lá também.
Guilherme Kalel Rodrigues, Presidente da equipe, disse que os critérios para os anunciantes respeitam as regras da equipe Kester.
95% de tudo que for arrecadado, será destinado ao Iprosocial, para tratamentos de pessoas com câncer.
Os outros 5% serão distribuídos para caixa e outras ações da equipe.
Anunciantes interessados em espaço poderão expor marcas na Home Principal
Por Kester 10 G
14/08/2017
A partir desta segunda-feira, 14, o Kester 10 G, lança um novo espaço Universo das Historias.
O local será remodelado e em sua página inicial terá novidades.
Os anunciantes que desejarem expor sua marca, a ser visualizada para os leitores do espaço, poderão o fazer mediante as compras de anúncios especiais por parte do Grupo.
Esses anúncios, serão comercializados a preços especiais de promoção de inauguração, de 14 a 22 de agosto, informou a equipe Kester.
Para saber mais valores, devem ser contatados o Grupo Kester, por meio de sua equipe de Assessoria, através dos seguintes canais
mariananovaki@kester.net.br
sofiagranzzoti@kester.net.br
dentro do prazo descrito.
Não há limite de anunciantes para a página, e a medida foi tomada pelo espaço ganhar mais visibilidade do que o Portal, carro chefe da equipe, por conta dos livros Online recém-lançados.
A partir de então, haverá duas formas de anúncios veiculadas no site, na página principal de Kester 10 G, os anunciantes habituais.
E na página do Universo das Historias, os anunciantes do espaço, bem como os já fixos que desejarem expor por lá também.
Guilherme Kalel Rodrigues, Presidente da equipe, disse que os critérios para os anunciantes respeitam as regras da equipe Kester.
95% de tudo que for arrecadado, será destinado ao Iprosocial, para tratamentos de pessoas com câncer.
Os outros 5% serão distribuídos para caixa e outras ações da equipe.
Sorilis - Porque jornalista necessita de remédio que custa R$ 11 Mil a dose
Sorilis - Porque jornalista necessita de remédio que custa R$ 11 Mil a dose
Droga europeia foi aprovada no começo do ano no Brasil mas já é usada para tratamentos em outros países a mais tempo
Por Kester 10 G
11/08/2017
A necessidade do Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, em usar uma droga de alto custo para o combate a uma enfermidade, levantou dúvidas.
Por qual motivo ele necessita do remédio, que tem custo de R$ 11 Mil em conversão direta cada ampola?
O Sorilis, é uma medicação produzida e comercializada na Europa.
No começo de 2017, recebeu registro da Anvisa para vendas no Brasil mas não está disponível no sistema de saúde pública.
A droga é injetável, portanto em forma de injeção.
Só pode ser adquirida por prescrição médica e retenção de receita, e é comercializada por apenas algumas empresas ou hospitais conveniados por causa de seu altíssimo custo.
O Sorilis é uma medicação usada no combate a uma doença, que causa uma deficiência nas células sanguíneas, especificamente nos Glóbulos Vermelhos.
Por causa dessa deficiência, só corrigida com o uso da medicação, os pacientes ficam sujeitos a infecções, anemias e outros problemas de saúde.
Antes da medicação, não havia um tratamento padrão para tratamento da doença, que levava muitas pessoas a morte.
Ao longo dos últimos anos, uma substância acabou sendo aprovada pela comunidade médica internacional, e sendo patenteada e comercializada sob a fórmula Sorilis.
Não existe um remédio similar, porque a droga ainda está sob patente de um único laboratório que tem o direito de produção.
No Brasil, apesar de ser autorizada sua venda, o remédio não é produzido.
Cada ampola que entra no país, é comercializada e importada da Europa.
A Sorilis é uma das drogas mais caras do mundo, no caso de Guilherme Kalel, são necessárias duas injeções mensais para um tratamento que deve durar no mínimo 2 anos.
Então, é necessário a quantia de R$ 22 Mil mensais para que ele use o medicamento.
Sem ter condições de arcar com este custeio, o Jornalista ingressou na Justiça para ter acesso a medicação.
Mas teve um pedido liminar de custeio pela União, negado pelo Juiz que analisa o caso.
Os médicos de Kalel, dizem que é essencial que ele tome a medicação.
Os efeitos da deficiência nos Glóbulos Vermelhos, são catastróficos na avaliação do hematologista Luiz Guilherme Alckmin.
O que pode causar
Se não tomar a medicação indicada, Guilherme vai passar por complicações de saúde.
E vai passar a sentir fadiga, cansaço, problemas na circulação sanguínea, ter coágulos de sangue formados no corpo, Isquemias além das anemias e outras infecções bacterianas que poderão se espalhar pelo corpo.
No caso dele, esta infecção surgiu, por conta de uma bactéria identificada em março em seu Pâncreas, que tomou a corrente sanguínea do paciente e se espalhou rapidamente.
Droga europeia foi aprovada no começo do ano no Brasil mas já é usada para tratamentos em outros países a mais tempo
Por Kester 10 G
11/08/2017
A necessidade do Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, em usar uma droga de alto custo para o combate a uma enfermidade, levantou dúvidas.
Por qual motivo ele necessita do remédio, que tem custo de R$ 11 Mil em conversão direta cada ampola?
O Sorilis, é uma medicação produzida e comercializada na Europa.
No começo de 2017, recebeu registro da Anvisa para vendas no Brasil mas não está disponível no sistema de saúde pública.
A droga é injetável, portanto em forma de injeção.
Só pode ser adquirida por prescrição médica e retenção de receita, e é comercializada por apenas algumas empresas ou hospitais conveniados por causa de seu altíssimo custo.
O Sorilis é uma medicação usada no combate a uma doença, que causa uma deficiência nas células sanguíneas, especificamente nos Glóbulos Vermelhos.
Por causa dessa deficiência, só corrigida com o uso da medicação, os pacientes ficam sujeitos a infecções, anemias e outros problemas de saúde.
Antes da medicação, não havia um tratamento padrão para tratamento da doença, que levava muitas pessoas a morte.
Ao longo dos últimos anos, uma substância acabou sendo aprovada pela comunidade médica internacional, e sendo patenteada e comercializada sob a fórmula Sorilis.
Não existe um remédio similar, porque a droga ainda está sob patente de um único laboratório que tem o direito de produção.
No Brasil, apesar de ser autorizada sua venda, o remédio não é produzido.
Cada ampola que entra no país, é comercializada e importada da Europa.
A Sorilis é uma das drogas mais caras do mundo, no caso de Guilherme Kalel, são necessárias duas injeções mensais para um tratamento que deve durar no mínimo 2 anos.
Então, é necessário a quantia de R$ 22 Mil mensais para que ele use o medicamento.
Sem ter condições de arcar com este custeio, o Jornalista ingressou na Justiça para ter acesso a medicação.
Mas teve um pedido liminar de custeio pela União, negado pelo Juiz que analisa o caso.
Os médicos de Kalel, dizem que é essencial que ele tome a medicação.
Os efeitos da deficiência nos Glóbulos Vermelhos, são catastróficos na avaliação do hematologista Luiz Guilherme Alckmin.
O que pode causar
Se não tomar a medicação indicada, Guilherme vai passar por complicações de saúde.
E vai passar a sentir fadiga, cansaço, problemas na circulação sanguínea, ter coágulos de sangue formados no corpo, Isquemias além das anemias e outras infecções bacterianas que poderão se espalhar pelo corpo.
No caso dele, esta infecção surgiu, por conta de uma bactéria identificada em março em seu Pâncreas, que tomou a corrente sanguínea do paciente e se espalhou rapidamente.
Kester 10 G entra em alerta sob risco de novo ataque Hacker
Kester 10 G entra em alerta sob risco de novo ataque Hacker
E-mail contendo arquivo com vírus e nominal, foi enviado a Presidente Guilherme Kalel nesta manhã
Por Kester 10 G
11/08/2017
O Grupo Kester 10 G está nesta sexta-feira, 11, em alerta máximo.
E orienta todos aqueles integrantes da equipe, ou pessoas que tenham e-mails hospedados pelos servidores A3, que façam o mesmo.
No começo da manhã desta sexta-feira, o Presidente da equipe, Jornalista Guilherme Kalel, recebeu mensagem suspeita que se confirmada pode se tratar de um novo ataque Hacker.
Ao que tudo indica, um vírus foi encaminhado via e-mail, através de um arquivo em anexo.
Guilherme abriu a mensagem, que constava ser de uma Assessoria Jurídica, e tinha em seu assunto um pedido de orçamento seguido do nome do Jornalista.
Ao perceber que se tratava de um possível vírus, o Presidente Kester imediatamente comunicou sua Assessoria e demais membros da equipe.
Guilherme ainda não sabe as extensões da mensagem, mas pediu que fosse averiguada por uma equipe de análise técnica de programadores, da Corsi Tecnologia.
Ele também garantiu, que os servidores Kester estão protegidos contra qualquer tipo de ataque e que redobrou os cuidados.
Mas pediu que qualquer mensagem de mesmo gênero encaminhada a qualquer membro da equipe, seja desconsiderada.
Esta não é a primeira vez que a equipe é alvo de tentativas de ataque.
Mas é a primeira delas que o Grupo consegue prever antes de acontecer.
Desde abril, quando o Grupo Kester foi vítima de um atentado cibernético, os cuidados se redobraram e a segurança nos servidores foram reforçadas.
E-mail contendo arquivo com vírus e nominal, foi enviado a Presidente Guilherme Kalel nesta manhã
Por Kester 10 G
11/08/2017
O Grupo Kester 10 G está nesta sexta-feira, 11, em alerta máximo.
E orienta todos aqueles integrantes da equipe, ou pessoas que tenham e-mails hospedados pelos servidores A3, que façam o mesmo.
No começo da manhã desta sexta-feira, o Presidente da equipe, Jornalista Guilherme Kalel, recebeu mensagem suspeita que se confirmada pode se tratar de um novo ataque Hacker.
Ao que tudo indica, um vírus foi encaminhado via e-mail, através de um arquivo em anexo.
Guilherme abriu a mensagem, que constava ser de uma Assessoria Jurídica, e tinha em seu assunto um pedido de orçamento seguido do nome do Jornalista.
Ao perceber que se tratava de um possível vírus, o Presidente Kester imediatamente comunicou sua Assessoria e demais membros da equipe.
Guilherme ainda não sabe as extensões da mensagem, mas pediu que fosse averiguada por uma equipe de análise técnica de programadores, da Corsi Tecnologia.
Ele também garantiu, que os servidores Kester estão protegidos contra qualquer tipo de ataque e que redobrou os cuidados.
Mas pediu que qualquer mensagem de mesmo gênero encaminhada a qualquer membro da equipe, seja desconsiderada.
Esta não é a primeira vez que a equipe é alvo de tentativas de ataque.
Mas é a primeira delas que o Grupo consegue prever antes de acontecer.
Desde abril, quando o Grupo Kester foi vítima de um atentado cibernético, os cuidados se redobraram e a segurança nos servidores foram reforçadas.
Juiz nega liminar para União custear medicamento de R$ 11 Mil a Jornalista Guilherme Kalel
Juiz nega liminar para União custear medicamento de R$ 11 Mil a Jornalista Guilherme Kalel
Presidente Kester precisa de medicação para combater infecção sanguínea que afeta glóbulos vermelhos
Por Kester 10 G
10/08/2017
No final da tarde desta quinta-feira, 10, a Justiça negou pedido liminar da Executiva Kester e advogada do Grupo Mariana Monary, para obrigar a União a custear medicação para o Jornalista Guilherme Kalel.
Com uma grave infecção que afeta os glóbulos vermelhos do sangue, Guilherme precisa de medicamento de alto custo, que é importado e que custa R$ 11 Mil cada ampola da injeção.
Para que possa fazer o tratamento contra a enfermidade, necessita de pelo menos duas injeções por mês, ao custo de R$ 22 Mil.
Diante a impossibilidade financeira de realizar a compra do medicamento, Guilherme acionou a União na Justiça e pediu uma liminar para que o governo pagasse pela medicação.
Mas o Juiz que julgou o pedido, entendeu que o caso não é tão grave ao ponto de sujeitar a União a pagar tal valor em um remédio importado.
O Juiz ainda pediu que um médico perito da Justiça, realize uma perícia no Jornalista para comprovar a necessidade da droga citada no processo, até que ele siga seu curso natural e o mérito seja julgado.
Na prática o Juiz ainda não negou 100% da ação, mas negou a liminar o que garantiria que o governo comprasse o medicamento imediatamente.
O julgamento do mérito da questão, não tem data para acontecer.
Guilherme Kalel, se disse indignado com a resposta do Magistrado diante ao pedido de sua advogada.
O Jornalista reiterou, que no país em que tudo pode e a impunidade prospera, a injustiça da Justiça prevaleceu mais uma vez.
Guilherme destacou, que não estava pedindo benefícios em troca de delatar corruptos, nem estava cometendo crime e pedindo clemência pelos mesmos, estava exercendo o
direito de pedir como cidadão, que a União custeasse a medicação que ele necessita, por questão de sobrevivência.
Mariana Monary pode recorrer da decisão, mas a advogada não informou quais passos deve tomar agora.
A advogada disse que não esperava a recusa do Juiz, em se tratar da gravidade e necessidade da situação.
Presidente Kester precisa de medicação para combater infecção sanguínea que afeta glóbulos vermelhos
Por Kester 10 G
10/08/2017
No final da tarde desta quinta-feira, 10, a Justiça negou pedido liminar da Executiva Kester e advogada do Grupo Mariana Monary, para obrigar a União a custear medicação para o Jornalista Guilherme Kalel.
Com uma grave infecção que afeta os glóbulos vermelhos do sangue, Guilherme precisa de medicamento de alto custo, que é importado e que custa R$ 11 Mil cada ampola da injeção.
Para que possa fazer o tratamento contra a enfermidade, necessita de pelo menos duas injeções por mês, ao custo de R$ 22 Mil.
Diante a impossibilidade financeira de realizar a compra do medicamento, Guilherme acionou a União na Justiça e pediu uma liminar para que o governo pagasse pela medicação.
Mas o Juiz que julgou o pedido, entendeu que o caso não é tão grave ao ponto de sujeitar a União a pagar tal valor em um remédio importado.
O Juiz ainda pediu que um médico perito da Justiça, realize uma perícia no Jornalista para comprovar a necessidade da droga citada no processo, até que ele siga seu curso natural e o mérito seja julgado.
Na prática o Juiz ainda não negou 100% da ação, mas negou a liminar o que garantiria que o governo comprasse o medicamento imediatamente.
O julgamento do mérito da questão, não tem data para acontecer.
Guilherme Kalel, se disse indignado com a resposta do Magistrado diante ao pedido de sua advogada.
O Jornalista reiterou, que no país em que tudo pode e a impunidade prospera, a injustiça da Justiça prevaleceu mais uma vez.
Guilherme destacou, que não estava pedindo benefícios em troca de delatar corruptos, nem estava cometendo crime e pedindo clemência pelos mesmos, estava exercendo o
direito de pedir como cidadão, que a União custeasse a medicação que ele necessita, por questão de sobrevivência.
Mariana Monary pode recorrer da decisão, mas a advogada não informou quais passos deve tomar agora.
A advogada disse que não esperava a recusa do Juiz, em se tratar da gravidade e necessidade da situação.
Para combater infecção sanguínea Presidente Kester precisa de medicação de alto custo ao preço de R$ 11 Mil
Para combater infecção sanguínea Presidente Kester precisa de medicação de alto custo ao preço de R$ 11 Mil
Droga é importada da Europa e é única capaz de minimizar enfermidade
Por Kester 10 G
10/08/2017
O Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, tem um novo desafio pela frente na sua caminhada por qualidade de vida e bem-estar.
Com uma grave infecção no sangue, iniciada no Pâncreas e que se espalhou, afetando seus glóbulos vermelhos em março, o Jornalista precisa de uma medicação de super custo para tentar conter a enfermidade.
A droga é importada e vem da Europa e tem um dos mais alto custos do mundo.
A injeção custa em conversão direta para o Real, a bagatela de R$ 11 Mil, cada ampola.
Para o tratamento, Guilherme necessita de duas injeções mensais, o que dá o custo de R$ 22 Mil.
O Jornalista não possue recursos financeiros suficientes para conseguir este valor, e custear a medicação.
É por esta razão que nesta quarta-feira, 9, a advogada de Kalel e Executiva Kester Mariana Monary, acionou o governo na Justiça.
A intenção é conseguir com que a União custeie o tratamento, já que não há outra forma alternativa ou outra medicação que substitua a droga necessária para o tratamento.
Os médicos da rede Miccelann Clinicas, forneceram os laudos necessários para a ação judicial, que pede liminarmente que a Justiça obrigue o governo a custear a compra da medicação.
Ainda não há um prazo para a resposta judicial, e enquanto isso não acontece, integrantes da equipe Kester 10 G, estudam formas de ajudar Kalel a conseguir pelo menos as injeções para o primeiro mês, destacou Gabrielle Rial, Vice-presidente da equipe.
Apesar de estar com a infecção desde março, Guilherme estava tentando a conter com outra medicação, também injetável.
Mas segundo a médica Mariana Hassan, a bactéria se espalhou e fortificou, afetando os glóbulos vermelhos do paciente.
A partir daí, nem uma outra droga faria efeito a não ser a prescrita pelos médicos.
Droga é importada da Europa e é única capaz de minimizar enfermidade
Por Kester 10 G
10/08/2017
O Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, tem um novo desafio pela frente na sua caminhada por qualidade de vida e bem-estar.
Com uma grave infecção no sangue, iniciada no Pâncreas e que se espalhou, afetando seus glóbulos vermelhos em março, o Jornalista precisa de uma medicação de super custo para tentar conter a enfermidade.
A droga é importada e vem da Europa e tem um dos mais alto custos do mundo.
A injeção custa em conversão direta para o Real, a bagatela de R$ 11 Mil, cada ampola.
Para o tratamento, Guilherme necessita de duas injeções mensais, o que dá o custo de R$ 22 Mil.
O Jornalista não possue recursos financeiros suficientes para conseguir este valor, e custear a medicação.
É por esta razão que nesta quarta-feira, 9, a advogada de Kalel e Executiva Kester Mariana Monary, acionou o governo na Justiça.
A intenção é conseguir com que a União custeie o tratamento, já que não há outra forma alternativa ou outra medicação que substitua a droga necessária para o tratamento.
Os médicos da rede Miccelann Clinicas, forneceram os laudos necessários para a ação judicial, que pede liminarmente que a Justiça obrigue o governo a custear a compra da medicação.
Ainda não há um prazo para a resposta judicial, e enquanto isso não acontece, integrantes da equipe Kester 10 G, estudam formas de ajudar Kalel a conseguir pelo menos as injeções para o primeiro mês, destacou Gabrielle Rial, Vice-presidente da equipe.
Apesar de estar com a infecção desde março, Guilherme estava tentando a conter com outra medicação, também injetável.
Mas segundo a médica Mariana Hassan, a bactéria se espalhou e fortificou, afetando os glóbulos vermelhos do paciente.
A partir daí, nem uma outra droga faria efeito a não ser a prescrita pelos médicos.
Livro de Guilherme Kalel avança em total de acessos e chega em 490 mil leitores
Law Government
Livro de Guilherme Kalel avança em total de acessos e chega em 490 mil leitores
Por Kester 10 G
10/08/2017
O Universo das Historias, espaço para livros Online do Grupo Kester, divulgou novo balanço de acessos nesta quarta-feira, 8.
Semanalmente enquanto capítulos de historias são postados, é comum que esses números sejam atualizados de duas a três vezes na semana, para mostrar a evolução dos livros e a aceitação do público a cada um deles.
O livro Online escrito pelo Jornalista Guilherme Kalel, "Law Government - Lei e Governo", continua fazendo sucesso.
O texto ainda é o mais lido dentro do espaço, com agora 490 mil acessos.
Isto é 30 mil amais do que a última divulgação, feita na semana passada.
Vale salientar, que o livro estreou sua segunda temporada e que os acessos registram o total de acessos em cada uma delas. Isto quer dizer, que os mesmos 490 mil que viram a primeira temporada, estão agora acompanhando a segunda.
O segundo colocado neste ranking, ainda é a saga Encantos.
Mas o total de leitores nesta historia também subiu, e chegou a 410 mil nesta quarta-feira.
Lorens, que possue oito livros escritos, vem na terceira colocação, com 395 mil acessos.
O Ranking com as 10 historias mais acessadas no Universo das Historias, está disponível no espaço dos livros no Portal Kester 10 G, e nas páginas do Grupo Kester.
Livro de Guilherme Kalel avança em total de acessos e chega em 490 mil leitores
Por Kester 10 G
10/08/2017
O Universo das Historias, espaço para livros Online do Grupo Kester, divulgou novo balanço de acessos nesta quarta-feira, 8.
Semanalmente enquanto capítulos de historias são postados, é comum que esses números sejam atualizados de duas a três vezes na semana, para mostrar a evolução dos livros e a aceitação do público a cada um deles.
O livro Online escrito pelo Jornalista Guilherme Kalel, "Law Government - Lei e Governo", continua fazendo sucesso.
O texto ainda é o mais lido dentro do espaço, com agora 490 mil acessos.
Isto é 30 mil amais do que a última divulgação, feita na semana passada.
Vale salientar, que o livro estreou sua segunda temporada e que os acessos registram o total de acessos em cada uma delas. Isto quer dizer, que os mesmos 490 mil que viram a primeira temporada, estão agora acompanhando a segunda.
O segundo colocado neste ranking, ainda é a saga Encantos.
Mas o total de leitores nesta historia também subiu, e chegou a 410 mil nesta quarta-feira.
Lorens, que possue oito livros escritos, vem na terceira colocação, com 395 mil acessos.
O Ranking com as 10 historias mais acessadas no Universo das Historias, está disponível no espaço dos livros no Portal Kester 10 G, e nas páginas do Grupo Kester.
Com grandes expectativas, Law Government estreia hoje no Universo das Historias
Com grandes expectativas, Law Government estreia hoje no Universo das Historias
Por Kester 10 G
08/08/2017
Depois de mais de 10 dias de espera, finalmente o dia chegou.
Os leitores do Grupo Kester vão poder conferir a segunda temporada de Law Government - Lei e Governo.
O Livro Online, escrito pelo Jornalista Guilherme Kalel, é o mais acessado já publicado pelo espaço Universo das Historias.
Nesta segunda temporada, o texto continua a contar a historia do Juiz Federal de Stars, Piter Krigsner, e sua luta contra a corrupção e em busca dos assassinos de seu pai.
A temporada ganha maiores expectativas porque vai cruzar universo de dois livros.
Além do próprio Law Government, ainda contará com a presença de Laura Kengi, a protagonista do livro Kengi, escrito por Larissa Mariana Corsi e que vai estrear no próximo domingo, 13.
Laura vai ser enviada para fazer a segurança de Piter, e os dois ficarão encantados um pelo outro, já adiantou o autor.
Além do livro propriamente dito outra coisa que chama a atenção em Law Government, é a trilha sonora.
Na primeira temporada, o primeiro volume de trilha fez mais de 350 mil pessoas fazerem seu Download.
Ontem, segunda-feira, o autor Guilherme Kalel, divulgou a segunda trilha do texto.
Para conferir os capítulos do livro ou mesmo ver suas trilhas, o leitor deve acessar ao link do livro no Universo das Historias, ou ainda seu site oficial em http://lg.kester.net.br
Por Kester 10 G
08/08/2017
Depois de mais de 10 dias de espera, finalmente o dia chegou.
Os leitores do Grupo Kester vão poder conferir a segunda temporada de Law Government - Lei e Governo.
O Livro Online, escrito pelo Jornalista Guilherme Kalel, é o mais acessado já publicado pelo espaço Universo das Historias.
Nesta segunda temporada, o texto continua a contar a historia do Juiz Federal de Stars, Piter Krigsner, e sua luta contra a corrupção e em busca dos assassinos de seu pai.
A temporada ganha maiores expectativas porque vai cruzar universo de dois livros.
Além do próprio Law Government, ainda contará com a presença de Laura Kengi, a protagonista do livro Kengi, escrito por Larissa Mariana Corsi e que vai estrear no próximo domingo, 13.
Laura vai ser enviada para fazer a segurança de Piter, e os dois ficarão encantados um pelo outro, já adiantou o autor.
Além do livro propriamente dito outra coisa que chama a atenção em Law Government, é a trilha sonora.
Na primeira temporada, o primeiro volume de trilha fez mais de 350 mil pessoas fazerem seu Download.
Ontem, segunda-feira, o autor Guilherme Kalel, divulgou a segunda trilha do texto.
Para conferir os capítulos do livro ou mesmo ver suas trilhas, o leitor deve acessar ao link do livro no Universo das Historias, ou ainda seu site oficial em http://lg.kester.net.br
Em festa por recuperação, Giovana Miccelann faz almoço de família e homenageia noivo
Em festa por recuperação, Giovana Miccelann faz almoço de família e homenageia noivo
Por Kester 10 G
08/08/2017
No último domingo, 6, aconteceu na cidade de Porto Alegre, no RS, um almoço de família organizado pela colaboradora Kester Giovana Miccelann.
A jovem de 28 anos de idade, completados no último 28 de julho, aproveitou a data deste domingo para agradecer as pessoas que estiveram a seu lado, durante seu período mais crítico vivenciado desde março de 2017.
A jovem descobriu uma leucemia agressiva, que só poderia ser tratada com um transplante de medula.
Graças a reportagens veiculadas nas páginas do Portal Kester 10 G, Giovana conseguiu uma doadora compatível.
Participaram do almoço da jovem, alguns integrantes de sua família, o noivo Wolter Tacker e Loren Fender, a sua doadora.
Loren comemorou aniversário de 22 anos neste domingo, 6, e foi convidada por Giovana para ir a Porto Alegre.
Depois do transplante, elas se tornaram muito ligadas, com inclusive Loren a visitando a cada 2 dias no hospital.
A moça é natural de Santa Rosa, cidade em que a família Miccelann surgiu e depois se mudou para Porto Alegre.
Giovana fez no almoço, uma homenagem ao noivo Wolter Tacker, usando seus dotes de escritora e cantora, e aproveitou para reiterar que quer sim se casar com Wolter em breve.
O casamento dos dois estava agendado, mas foi suspenso por causa dos tratamentos de Giovana.
Eles estão morando juntos, desde que ela saiu do hospital em 25 de julho, e devem permanecer assim, garantiu a jovem.
Giovana ainda aproveitou o momento, para agradecer em público Loren pelo gesto de salva-la.
E concedeu a moça um presente.
Um conjunto de joias que foi produzido em São Paulo, que contém brinco, colar e anel, feitos de Esmeraldas.
O presente custou entorno de R$ 25 Mil, por ser de marca e original, e Giovana se disse feliz em poder dar a amiga, apesar de que nada do que fizesse, iria retribuir o que Loren fez por ela.
Nas redes sociais, a moça agradeceu Loren e a chamou de irmã, a parabenizando pelo aniversário.
Giovana Miccelann tem 28 anos de idade e é empresária proprietária do grupo Miccelann Corporation.
Afastada por causa de seus problemas de saúde, deve voltar as atividades em setembro, embora já esteja indo a empresa algumas vezes por semana, recriando uma rotina.
Para a médica Sílvia Tozzi, a paciente respondeu bem ao transplante e seus exames já não mostram mais células cancerígenas.
Contudo, somente depois de 10 de agosto, os exames definirão a cura de Giovana.
Por Kester 10 G
08/08/2017
No último domingo, 6, aconteceu na cidade de Porto Alegre, no RS, um almoço de família organizado pela colaboradora Kester Giovana Miccelann.
A jovem de 28 anos de idade, completados no último 28 de julho, aproveitou a data deste domingo para agradecer as pessoas que estiveram a seu lado, durante seu período mais crítico vivenciado desde março de 2017.
A jovem descobriu uma leucemia agressiva, que só poderia ser tratada com um transplante de medula.
Graças a reportagens veiculadas nas páginas do Portal Kester 10 G, Giovana conseguiu uma doadora compatível.
Participaram do almoço da jovem, alguns integrantes de sua família, o noivo Wolter Tacker e Loren Fender, a sua doadora.
Loren comemorou aniversário de 22 anos neste domingo, 6, e foi convidada por Giovana para ir a Porto Alegre.
Depois do transplante, elas se tornaram muito ligadas, com inclusive Loren a visitando a cada 2 dias no hospital.
A moça é natural de Santa Rosa, cidade em que a família Miccelann surgiu e depois se mudou para Porto Alegre.
Giovana fez no almoço, uma homenagem ao noivo Wolter Tacker, usando seus dotes de escritora e cantora, e aproveitou para reiterar que quer sim se casar com Wolter em breve.
O casamento dos dois estava agendado, mas foi suspenso por causa dos tratamentos de Giovana.
Eles estão morando juntos, desde que ela saiu do hospital em 25 de julho, e devem permanecer assim, garantiu a jovem.
Giovana ainda aproveitou o momento, para agradecer em público Loren pelo gesto de salva-la.
E concedeu a moça um presente.
Um conjunto de joias que foi produzido em São Paulo, que contém brinco, colar e anel, feitos de Esmeraldas.
O presente custou entorno de R$ 25 Mil, por ser de marca e original, e Giovana se disse feliz em poder dar a amiga, apesar de que nada do que fizesse, iria retribuir o que Loren fez por ela.
Nas redes sociais, a moça agradeceu Loren e a chamou de irmã, a parabenizando pelo aniversário.
Giovana Miccelann tem 28 anos de idade e é empresária proprietária do grupo Miccelann Corporation.
Afastada por causa de seus problemas de saúde, deve voltar as atividades em setembro, embora já esteja indo a empresa algumas vezes por semana, recriando uma rotina.
Para a médica Sílvia Tozzi, a paciente respondeu bem ao transplante e seus exames já não mostram mais células cancerígenas.
Contudo, somente depois de 10 de agosto, os exames definirão a cura de Giovana.
Presidente e Vice do Grupo Kester, criam projeto para mostrar pessoas que são exemplos de superação
Espelhos
Presidente e Vice do Grupo Kester, criam projeto para mostrar pessoas que são exemplos de superação
Guilherme Kalel e Gabrielle Rial se revezarão em visitas a pessoas para nova coluna da equipe
Por Kester 10 G
07/08/2017
O Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, e sua Vice, Jornalista Gabrielle Rial, começam a partir desta semana, uma série de visitas para uma coluna especial.
Denominada "Espelhos", a coluna vai trazer a cada nova publicação, dentro do Portal Kester 10 G, a historia de vida e superação de uma pessoa.
As visitas serão realizadas, a pessoas que o Grupo Kester conhecer a historia, e puder ajudar de alguma forma além de mostrar sua vida.
Na primeira historia contada, Guilherme Kalel vai conhecer de perto a pequena Maria Júlia, que tem 8 anos de idade e luta contra um câncer.
A criança é da cidade de Franca e além da visita de Kalel, para contar sua historia, vai receber um presente especial.
Presidente e Vice do Grupo Kester, criam projeto para mostrar pessoas que são exemplos de superação
Guilherme Kalel e Gabrielle Rial se revezarão em visitas a pessoas para nova coluna da equipe
Por Kester 10 G
07/08/2017
O Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, e sua Vice, Jornalista Gabrielle Rial, começam a partir desta semana, uma série de visitas para uma coluna especial.
Denominada "Espelhos", a coluna vai trazer a cada nova publicação, dentro do Portal Kester 10 G, a historia de vida e superação de uma pessoa.
As visitas serão realizadas, a pessoas que o Grupo Kester conhecer a historia, e puder ajudar de alguma forma além de mostrar sua vida.
Na primeira historia contada, Guilherme Kalel vai conhecer de perto a pequena Maria Júlia, que tem 8 anos de idade e luta contra um câncer.
A criança é da cidade de Franca e além da visita de Kalel, para contar sua historia, vai receber um presente especial.
Grupo Kester lança espaço para publicar noticias exclusivas sobre a equipe
Por Kester 10 G
07/08/2017
Foi lançado na noite desta segunda-feira, 7, o Kester News.
Ele é um Portal exclusivo onde serão registradas todas as noticias relacionadas ao Grupo Kester 10 G e a seus integrantes.
Com isso, essas noticias não serão mais veiculadas no Portal Kester 10 G, apenas no Kester News.
O leitor vai poder sempre acompanhar o novo Portal, que tem seu link nas páginas Kester, ou pelo acesso direto em http://news.kester.net.br
A ideia da separação das noticias, foi aprovada pelo Conselho Administrativo na semana passada, e comunicada no sábado, 5, durante Encontro de Colaboradores.
É mais uma marca da gestão de Larissa Mariana Corsi, Diretora de Reportagens e Marketing da equipe.
Por Kester 10 G
07/08/2017
Foi lançado na noite desta segunda-feira, 7, o Kester News.
Ele é um Portal exclusivo onde serão registradas todas as noticias relacionadas ao Grupo Kester 10 G e a seus integrantes.
Com isso, essas noticias não serão mais veiculadas no Portal Kester 10 G, apenas no Kester News.
O leitor vai poder sempre acompanhar o novo Portal, que tem seu link nas páginas Kester, ou pelo acesso direto em http://news.kester.net.br
A ideia da separação das noticias, foi aprovada pelo Conselho Administrativo na semana passada, e comunicada no sábado, 5, durante Encontro de Colaboradores.
É mais uma marca da gestão de Larissa Mariana Corsi, Diretora de Reportagens e Marketing da equipe.
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